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‘Existe um gato ideal para cada tipo de pessoa’,

explica veterinária.

Exposição em São José dos Pinhais, no Paraná, reúne gatos de 12 raças.
Especialista explica os cuidados necessários com estes animais.

População de felinos no país tem crescido mais que o dobro da de cães e deve ser a maioria em dez anos, segundo a ABINPET  (Foto: Rodrigo Saviani)População de felinos no país tem crescido mais que o dobro da de cães e deve ser a maioria em dez anos, segundo a ABINPET (Foto: Rodrigo Saviani)

O número de pessoas que escolhem um gato como animal de estimação aumenta cada vez mais no Brasil. Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação (ABINPET), a população destes felinos tem crescido mais que o dobro da de cães e deve ser a maioria em dez anos – atualmente são 37,1 milhões de cães contra 21,3 milhões de gatos. Porém, de acordo com especialistas, a escolha do pet ideal deve passar por alguns fatores, que vão desde a personalidade do dono até o tempo disponível.

“Existe um gato para cada tipo de pessoa. É preciso analisar o tempo que tem disponível para cuidar do gato, qual é o seu ritmo, se é uma pessoa mais agitada, mais tranquila. Através disso é possível encontrar o gato ideal”, disse a veterinária Victoria Vazquez.

A veterinária Victoria Vazquez com um dos gatos expostos em São José dos Pinhais (Foto: Rodrigo Saviani)A veterinária Victoria Vazquez com um dos gatos expostos
em São José dos Pinhais (Foto: Rodrigo Saviani)

Ela explica que gatos com pelos longos exigem cuidados maiores, assim como algumas raças específicas, como os persas. “Não é que ele solte mais pelos, porém, acabam sendo mais visíveis”, afirma.

Por isso, a veterinária indica que quem tem menos tempo deve procurar gatos menores e com pelos mais curtos. “Os da raça Ragdolls são mais recomendados para quem tem uma personalidade mais calma, pois gostam de colo, são mais tranquilos”, sugere. Victoria informou que a raça mais procurada ainda é a Persa. “Porém, eles dão um pouco mais de trabalho, devido o seu pelo ser mais longo”.

Além da escolha certa através da personalidade, a pessoa deve observar os cuidados com a saúde do animal. “A alimentação precisa ser bem controlada, com rações de alta qualidade. Isso influencia diretamente no pelo, na saúde”, comenta Vázquez. Ela conta que atende vários casos de problemas urinários por causa de rações com alta quantidade de corante, ou porque são alimentados de maneira errada.

A veterinária orienta que é preciso vacinar pelo menos a cada seis meses, além da importância da castração. “Isso previne doenças, como o câncer e até uma pseudogravidez, que também acontece com os gatos. Além disso, o gato não tem mais necessidade de ‘marcar território’, por isso acaba urinando apenas no lugar certo”.

Estética animal
A qualidade de vida do gato também pode ser melhorada por outros fatores, entre eles o banho e a tosa. “Muitas vezes as pessoas falam que tem alergia a gatos, mas na verdade isso pode ser por causa da poeira que se acumula no pelo dos gatos. Por isso, a questão estética pode melhorar muito com uma higienização, uma escovação bem feita”, explica Val Santarem, que trabalha como “esteticista animal”.

Santarem destaca que o trabalho hoje vai além do simples banho e do corte do pelo. Os profissionais indicam os produtos de higiene corretos para cada tipo de raça e auxiliam até mesmo para evitar alguns problemas. “Tem pessoas que reclamam que os gatos arranham demais. Para casos assim, podemos aparar as unhas ou até mesmo usar protetores de silicone, que previnem esses acidentes”, conta o esteticista.

Gigante gentil e gato de botas

A jornalista Márcia Olivieira e o gato da raça Maine Coon, que pode ter até 1,20 m de comprimento (Foto: Rodrigo Saviani)A expositora Márcia Olivieira e o gato da raça Maine Coon, que pode ter até 1,20 m de comprimento (Foto: Rodrigo Saviani)

Amantes de gatos se reúnem até domingo (9) em São José dos Pinhais, Região Metropolitana de Curitiba, para a 13ª Exposição Internacional do Clube do Gato do Paraná. No local, os visitantes poderão conferir várias raças diferentes e aprender um pouco mais sobre os cuidados corretos com cada tipo de felino.

A advogada Ana Cláudia Andrade apresenta o gato da raça Scottish Fold, conhecido como "gato de botas" (Foto: Rodrigo Saviani)A advogada Ana Cláudia Andrade apresenta o gato da raça
Scottish Fold, conhecido como “gato de botas”
(Foto: Rodrigo Saviani)

Quem visitar a exposição poderá encontrar 12 tipos de raças. Entre elas, algumas bem diferentes, como os gatos Maine Coon, conhecidos como a ‘gigante gentil’, por causa do tamanho, que pode chegar até 1,20 de comprimento, e pela docilidade. “Apesar do aspecto mais selvagem, é uma espécie muito dócil e carinhosa”, conta Márcia Oliveira, uma das expositoras dessa raça.

Também estão sendo expostos gatos de raças ainda raras aqui no Brasil, como a Scottish Fold e a American Curl. Uma das criadoras é Ana Cláudia Andrade, que é advogada mas está finalizando o curso de Veterinária, motivada pelo amor aos gatos. “O Scottish é conhecido como o ‘gato de botas’, enquanto o American é chamado por muitos de ‘Peter Pan’, porque nunca perde o jeito brincalhão”.

A catarinense Carla Janke cria gatos da raça Ragdolls, considerados mais calmos (Foto: Rodrigo Saviani)A catarinense Carla Janke cria gatos da raça Ragdolls,
considerados mais calmos (Foto: Rodrigo Saviani)

A catarinense Carla Janke é uma destes amantes, que participam da exposição. Ela é coordenadora de projetos e tem um gatil em Blumenau (SC), com 15 gatos da raça Ragdolls. Ela conta que a paixão pelos gatos começou quando era criança e ficou ainda maior com o tempo. “Uma vez estava na Alemanha e confesso que até consegui ficar longe da família. Mas, depois de dois meses, não aguentei e tive que conseguir um gato para ser minha companhia”, disse.

“Eu já tive cachorro, mas ter uma gata é muito diferente. Ela é muito carinhosa e se identifica com tudo que a gente faz. É praticamente uma filha”, diz a veterinária Jacqueline Galhardi, que resolveu ter um gato Maine Coon depois de começar a trabalhar em uma empresa que vende rações para felinos.

 

 

O que são os carrapatos?

Carrapatos são pequenos aracnídeos parasitas que necessitam de sangue para sobreviver e reproduzir.

Os registros fósseis sugerem sua existência há pelo menos 90 milhões de anos e há mais de 800 tipos de carrapatos no mundo.

carrapatos em cachorros 300x275 Carrapatos em cachorros   Doença do carrapato

Carrapato em cães. Foto: Reprodução

 

Eles não voam, não pulam (como as pulgas) e sim vão andando e se agarram no hospedeiro.Carrapatos possuem uma relação mais próxima com as aranhas e ácaros do que com insetos como pulgas. Eles podem atacar uma variedade grande de anfitriões, como cães, pássaros, gatos e humanos.

Geralmente atacam no início da primavera até o fim do verão. Podem ser encontrados em todos os cantos, desde áreas urbanas à parques e se proliferam rapidamente em um ambiente.

A maioria dos carrapatos não transmite doenças. Há, porém, uma variedade de doenças transmitidas por carrapatos e seus sintomas variam de acordo com o microbio (patogênese), assim como o tratamento.

Apenas duas famílias de carrapatos, Ixodidae (carrapatos duros) e Argasidae (carrapatos moles), são conhecidas por transmitir doenças aos seres humanos. Carrapatos duros possuem escudos ou placa dura em suas costas, enquanto carrapatos moles não.

Apesar das pessoas não poderem pegar essas doenças diretamente dos cães, carrapatos infectados podem morder os humanos e transmitir diretamente para o homem. Se o seu cão está exposto, você e sua família também estão.

Carrapatos possuem um ciclo de vida complexo que inclui ovos, larvas, ninfas e adultos machos e fêmeas. A larva, as ninfas e os adultos precisam de sangue. Geralmente , a fêmea adulta (carrapato duro) é que mais causa mordidas, já que  é comum que os machos morram após a copulação.

Apesar de que se não se alimentarem os carrapatos irão morrer eventualmente, muitas espécies podem sobreviver um ano ou mais sem uma refeição. Os carrapatos duros tendem a se alimentar por horas ou dias. A transmissão geralmente ocorre no final da refeição quando o carrapato está cheio de sangue. Carrapatos moles geralmente se alimentam por menos de uma hora. A transmissão de doenças nos carrapatos moles pode acontecer em menos de um minuto. A mordida de alguns dos carrapatos moles produz uma reação intensamente dolorosa.

 

carrapato vermelho do cão carrapato estrela Carrapatos em cachorros   Doença do carrapato

Esquerda: Carrapato-vermelho-do-cão. Direita: Carrapato-estrela. Foto: Reprodução

 

No Brasil, os carrapatos mais conhecidos são: carrapato-estrela e o carrapato-vermelho-do-cão. O micuim, ou carrapato-pólvora, é a larva do carrapato-estrela, que, quando adulto pode ficar do tamanho de um feijão verde. O carrapato-vermelho-do-cão, de cor marrom-avermelhada, é considerado a espécie mais difundida em todo o mundo.

Os carrapatos carregam seu próprios minúsculos parasitas (protozoários e bactérias), que podem causar doenças muito graves em animais e seres humanos, uma vez que penetram na corrente sanguínea.

Dentre elas, as mais conhecidas no Brasil são: a febre maculosa (transmitida principalmente pelo carrapato-estrela), a babesiose canina e a erliquiose canina (transmitida principalmente pelo carrapato-vermelho-do-cão).

No Brasil não há um tratamento preventivo contra as doenças do carrapato. Por isso, é muito importante que você como dono sempre mantenha seu cão o mais livre de carrapatos possível.

 

carrapatos caes ovos fase adulta Carrapatos em cachorros   Doença do carrapato

Esquerda: Primeira fase do carrapato. Direita: Fase adulta. Foto: Reprodução

 

Ciclo de vida do carrapato

 

Ovos: Podem ser milhares e, em duas semanas, estão prontos para dar origem às larvas.

Larva: Após eclodir do ovo, a larva procura imediatamente por sangue. Uma vez alimentada, volta ao solo e muda para a fase evolutiva seguinte.

Ninfa: Depois de mudar para ninfa, o carrapato procura por mais sangue. Uma vez alimentado, cai no solo e muda novamente, agora para a fase adulta.

Adulto: Já adulto, o carrapato procura por sangue outra vez. Quando estão cheias de sangue, as fêmeas se desprendem do hospedeiro para realizar a oviposição no ambiente.

 

Doenças de carrapatos:

 

Babesiose: Causa uma severa anemia que pode danificar o fígado, os rins e o baço, sendo o primeiro sintoma uma febre de mais de 41 º C. A urina fica escura por causa da presença de sangue.  Algumas vezes, a doença causa sintomas neurológicos, como ranger de dentes ou comportamento trôpego, e os cachorros morrem em quatro dias. Para tratar a babesiose, usam-se drogas antiprotozoárias. No Brasil, a maior incidência de casos de Babesiose se dá no nordeste, sendo menos comum nos estados do Sul e do Sudeste.

 

Erliquiose: Produz uma ampla variedade de sintomas, desde sangramento nasal, febre de até 40,5º C até a supressão do sistema imunológico. A opção para tratamento são antibióticos, como tetraciclina. São encontrados casos da doença em todas as regiões do Brasil (LEIA MAIS SOBRE A ERLIQUIOSE EM CÃES AQUI)

 

Doença de Lyme: Nos Estados Unidos, é a mais comum entre as doenças transmitidas por carrapato. No Brasil foram encontrados focos em São Paulo, Santa Catarina e no Rio Grande do Norte. O carrapato precisa sugar de 12 a 24 horas para transmitir a doença. Cães com doença de Lyme geralmente mancam, ficam desanimados e têm febre alta. Raramente, também apresentam erupção na pele, em formato de olho de boi, mas o pelo dificulta essa observação. O tratamento é feito com antibióticos.

 

Febre maculosa: Causa febre alta, rigidez, respiração difícil, vômito, diarreia, edema na pata e no focinho, e, finalmente, sangramento nasal, na urina e nas fezes. Para que se fique infectado, o carrapato precisa sugar no mínimo quatro horas. Antibióticos como doxiciclina revertem os sintomas em um ou dois dias, desde que a doença seja tratada logo no começo. A febre maculosa pode ser uma doença muito grave, levando muitas vezes à hospitalização e registrando sequelas e casos fatais. No Brasil, mais notados estão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia e Pernambuco.

 

Paralisia do carrapato: Acredita-se que seja causada por uma neurotoxina existente na saliva do carrapato que, vagarosamente, paralisa o cachorro em um período de 48 a 72 horas. Se todos os carrapatos forem removidos, a paralisia normalmente desaparece em cerca de um dia.

 

Removendo o carrapato do corpo do cão de maneira correta

 

 

carrapata remocao 290x300 Carrapatos em cachorros   Doença do carrapato

Removendo o carrapato com a pinça. Foto: Primeiros Socorros para Cães e Gatos . Amy D. Shojai

1) Ao retirar o carrapato manualmente, não use os dedos e sim uma pinça com pontas cegas ou uma pinça hemostática.

2) Coloque luvas médicas descartáveis e mantenha cuidado para não esmagar o carrapato na hora da remoção.

3) Agarre o corpo bem próximo à pele do animal e ás peças bucais do carrapato e puxe-o para fora, em linha reta, suavemente, na direção oposta á extremidade da boca. Isso fará com que as peças bucais se soltem mais facilmente, ao invés de arrancar a cabeça enterrada na musculatura do seu animal.

4) Quase sempre o carrapato sairá com um pedacinho minúsculo de pele. Não se preocupe se a cabeça se soltar e ficar enfiada na pele – isso quase nunca acontece, mas, se acontecer, não deverá causar problemas para a maioria dos animais. Ou o corpo do animal absorverá o material ou o expelirá em alguns dias.

 

Cuidados posteriores…

  • Lavar o local da picada do carrapato com sabão líquido antisséptico à base de clorexidina ou pincelá-lo com um cotonete com um pouco de água oxigenada.

 

  • Aplique uma pomada antibiótica de neomicina e bacitracina.

 

  • Quando se remove o carrapato, é normal ficar uma saliência do tamanho de uma espinha. Deve desaparecer em 1 à 2 dias. Caso isso não aconteça e a saliência ficar do tamanho de uma ervilha, consulte seu veterinário. É provável que ele receite um antibiótico , como tetraciclina, para resolver qualquer infecção.

 

  • Uma picada de qualquer tipo de carrapato pode causar paralisia de carrapato, que geralmente atinge primeiro as patas traseiras. Se o animal começar, repentinamente, a puxar as patas traseiras ou tiver dificuldades de se  movimentar, procure seu veterinário. A maioria dos casos durará pouco tempo depois que o carrapato for removido.

 

Como evitar a proliferação do carrapato em seu cão e no ambiente.

 

Cão:

  • Cheque regularmente a pelagem do seu cão em busca de carrapatos.
  • Usar sempre uma proteção carrapaticida
  •  Banhos carrapaticidas. Renovar o banho a cada 15 dias.
  • Em cães com pelo longo, tosá-los na época do verão, que tem uma maior incidência de carrapatos.
  • Checar principalmente as áreas que o cão tem dificuldade em alcançar: Orelhas, patas, costas e cabeça.
  • Atualmente, o produto mais indicado é o FRONTLINE® Spray ou ampola.

Ambiente: 

  • Dedetizar o ambiente com produtos carrapaticidas.
  • Se necessário, dedetização profissional do ambiente.

 

 

 

Cruzamento de cães exige cuidados e conhecimento

Acasalamento e gestação são períodos delicados na vida dos animais e precisam de supervisão veterinária.

Se você tem vontade de cruzar o seu pet e possui dúvidas de como funciona o processo deacasalamento, muito comum, mas que necessita de cuidados especiais para que tudo saia de forma planejada e segura, confira algumas dicas abaixo. Vale lembrar que é importante procurar um veterinário para se certificar de que esteja tudo bem com a saúde do seu cão.

 

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A cadela deve ser cruzada em seu período de ovulação, por volta do nono ao décimo dia após o inicio do cio. Além disso, é preciso que o casal fique de um a dois dias juntos. Isso porque a gestação dura cerca de dois meses, e se eles permanecerem muito tempo próximos, se torna mais complicado saber o momento certo da fecundação e quando será o parto. Geralmente, após a ovulação, a maioria das fêmeas terminam suas relações como o macho.

O que determina o número de filhotes em uma gestação são a quantidade de óvulos produzidos. No caso, cadelas que costumam cruzar no final ou no inicio do cio, tem maiores chances de ter ninhadas pequenas.

 

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Procure sempre cruzar cães da mesma raça. Não se esqueça de verificar se as vacinas e o vermífugo do animal estão em dia. Tome cuidado com os anticoncepcionais que pode induzir o aparecimento de tumores.

Apenas os cães adultos devem acasalar. Uma gestação precoce pode causar problemas no parto, e no caso dos machos novos, a fratura do osso peniano que ainda não está completamente desenvolvido.

desmame ocorre cerca de 30 dias após a concepção, em raças grandes, e 45 nas pequenas. Nunca dê leite de vaca aos filhotes. Com o tempo, o consumo de ração pode ser iniciado gradativamente.

cio acontece quando há um inchaço da vulva, um leve corrimento sanguinolento e uma maior frequência urinária na cadela. Além disso, ela pode ficar mais dócil. Não é recomendável cruzá-la muitas vezes, pois o ciclo de gestação, do parto e da amamentação costuma ser muito desgastante e cansativo.

No pré-natal, leve-a para uma avaliação veterinária. É sempre bom que a fêmea fique na casa do macho no período da cruza, pois fora de seu território, ela se torna menos agressiva por não precisar defender o seu território.

Para cães com problemas de infertilidade, existe a possibilidade da inseminação artificial. Também é necessário analisar se o dono terá condições de arcar com os custos veterinários, exames e ter tempo para cuidar dos filhotes, caso não queira vende-los ou doá-los.

Cães que não devem acasalar

Portadores de displasia coxofemoral, ausência de um testículo, alergias graves, catarata, epilepsia, problemas cardíacos, excesso de peso, e cães com doenças sexualmente transmissíveis ou muito agressivos.

 

 

Com o que os cachorros sonham?

Com o que os cães sonham?Da mesma forma como os humanos, os animais também sonham. No período de sono, os bichos precisam descansar para seu sistema imunológico funcionar melhor. Se o animal dormir de forma regular, seu metabolismo e sistema nervoso funcionarão de forma correta.Os cães dormem em média nove horas por dia, mas podem aumentar esse tempo se ficarem sozinhos sem a companhia do dono. Os cães têm duas fases de sono: superficial e movimento rápido dos olhos (REM). Na fase superficial o cão fica quieto e alerta, tem uma respiração profunda e ritmada, sua pressão sanguínea, seu metabolismo e atividade cerebral diminuem. Nessa fase, o cão pode acordar em função de estímulos. Esse período leva de 10 a 20 minutos. Já no segundo período, os olhos do cão se mexem, daí vem o nome “rápido movimento dos olhos”. Nessa fase a respiração é considerada mais irregular, rápida e superficial. As vezes eles mexem as orelhas, patas e até fazem alguns barulhos esquisitos.Segundo pesquisas realizadas, cientistas descobriram ondas elétricas no cérebro dos animais parecidas com as dos humanos, sendo possível assim afirmar que os animais provavelmente também sonham. O conteúdo dos seus sonhos ainda é um mistério. Uma das possibilidades é que o cachorro sonhe com o seu relacionamento com o mundo e com o que acontece no seu cotidiano. Os cães também podem ter alguns distúrbios do sono como a apnéia que acontece mais no Boxer e Buldogue devido aos seus focinhos achatados. Outra doença é a narcolepsia na qual o cão repentinamente entra em sono profundo. Esse mal é mais comum no DobermannLabradorPoodleBeagle eDachshund. Esses distúrbios são controlados por medicamentos.

 

 

4 DICAS PARA DEIXAR SUA CASA PRONTA PARA OS PETS


Cães e gatos, tão desejados pelas crianças e verdadeiros companheiros dos adultos, tornaram-se também membros da família e, como qualquer um de nós, precisam de conforto, segurança e carinho. Para atender às necessidades dos pets em casa ou no apartamento, é preciso seguir algumas dicas importantes e bastante simples. Veja abaixo o que fazer para adaptar o seu cantinho e torná-lo mais saudável e aconchegante – para você e o seu bichinho!

 

1. Atenção aos tecidos. Filhotes podem ser fofos e brincalhões, mas também sabem fazer um estrago dos grandes quando decidem brincar pelos móveis e cortinas. Os piores tecidos para donos de cães e gatos, principalmente se os pets ficam dentro de casa o tempo todo, são: seda, veludo e tweed. O primeiro por rasgar e manchar facilmente; o segundo por desmanchar com o tempo; e o terceiro fica cheio de pelos de difícil remoção. Melhor seria optar por tecidos duráveis e mais práticos para limpar, como couro, microfibra e cotton. Reserve os tecidos mais frágeis aos ambientes que não são visitados pelos animais de estimação.

2. Evite tapetes. Um tapete aqui, outro ali, tudo bem. Mas encher a casa com eles é correr atrás de problemas! Cães e gatos, especialmente quando filhotes, tendem a fazer dos tapetes os cantinhos preferidos para o xixi (ou para afiar as garrinhas). Além de manchar com o tempo, pode ficar difícil de remover o cheiro forte depois de tantas tentativas frustradas. Se puder, prefira azulejos ou lâminas de madeira para revestir o chão. Assim, enquanto os bichinhos não aprendem o lugar certo para fazer as necessidades, fica mais fácil limpar a bagunça depois.

3. Estabeleça um espaço. Escolha um cantinho para colocar potinhos com água e ração, e torne este espaço ‘oficial’. Desta forma, seu cãozinho aprende que os comes-e-bebes devem ser feitos ali. Você também pode apostar em decorações simples e que têm a cara dele para tornar o espaço mais estiloso, com caminhas e almofadas coloridas, por exemplo.

4. Brinquedos. Não é preciso exagerar na quantidade de brinquedos para os cães e gatos – muito menos gastar muito dinheiro. Os cãezinhos, por exemplo, adoram bolinhas de tênis. Uma bolinha combinada com muito carinho e atenção é tudo o que seu bichinho precisa. No caso dos gatos, qualquer objeto torna-se divertido. Pegue um novelo de lã, um ursinho de pelúcia ou um cadarço de um tênis velho, e pronto. É diversão na certa! Agora, se você quiser realmente impressionar o seu companheiro de todas as horas, vale tirar uma ideia desta imagem e dedicar um cantinho especial para ele dentro de casa.

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Cachorro pode tomar paracetamol?

paracetamol cachorro Cachorro pode tomar paracetamol?

Nós não queremos que nossos amigos sofram e por isso sempre pensamos em medicá-los, porém devemos lembrar que é primordial ter um acompanhamento veterinário e que alguns remédios podem ser perigosos para cachorros.

O paracetamol é um fármaco anti-inflamatório e antipirético muito utilizado em Medicina Humana em diversas situações inflamatórias ou dolorosas, pode ser encontrado em remédios como o Tylenol®, Parador® e Acetofen®.

O uso de paracetamol em cachorros pode provocar toxicidade aguda e grave nas células do fígado e do sangue. Os animais podem ainda apresentar edemas (inchaços) na face e nos membros. Poderá ainda reparar na coloração azulada das mucosas (lábios, conjuntiva do olho, etc) ou mesmo da pele devido à intoxicação a nível sanguíneo. Em cães o paracetamol raramente leva a morte, porém em grande doses pode levar ao coma e até ser fatal.

Existe um antídoto no caso do seu cachorro ter tomado paracetamol e deve ser administrado o mais rapidamente possível após a intoxicação.

Sempre procure um veterinário, não medique o seu cãozinho sem uma consulta.

 

 

Por que meu cachorro faz xixi quando alguém chega em casa?

Alguns donos de cachorros passam pelo mesmo problema: ele faz xixi fora do lugar, e às vezes até no pé das visitas. Muitas vezes eles fazem mesmo sem estarem apertados. Mas não se apavorem, não é por maldade: geralmente isso acontece por motivos bem simples e é possível controlar com algumas dicas.

Uma das razões para que isso aconteça é a submissão. Alguns cachorrinhos são mais medrosos, e só de sentir que tem alguém se aproximando já começam a urinar. Geralmente são cãezinhos sensíveis, ou que já sofreram maus tratos e se sentem ameaçados com a presença de algum estranho. Eles usam o xixi para mostrar que não oferecem nenhum perigo para essa pessoa. É como se ele dissesse: “é você quem manda, por favor, não me machuque.”

Para evitar: não grite ou dê broncas muito agressivas, e quando você ou uma pessoa estranha chegar, evite olhar nos olhos do cachorro, dando a impressão de estar encarando, deixando-o acuado. Nos mais medrosos, evite também passar a mão na cabeça. Apesar de ser carinhoso, esse movimento é muito ameaçador para alguns cães, então procure fazer o carinho em outras regiões, como no peito ou no pescoço, por exemplo.

Outro motivo é a excitação. Às vezes o cãozinho fica ansioso com a ausência do dono e quando ele chega, faz uma festa, ou então  fica animado com alguma visita que chegou.

Para evitar: novamente não grite e nem dê broncas muito agressivas, pois nesse caso, quando o cão perceber que chamou sua atenção, irá continuar fazendo isso. Para os cachorros mais animadinhos, o ideal é dar uma ignorada assim que chegar. Espere uns 10 minutos desde a chegada em casa para aí sim ir fazer um carinho nele. É legal também não fazer muita cerimônia antes de sair, na despedida, para o o seu melhor amigo se acostumar com as situações de ausência e reencontro, evitando assim a euforia que dá origem ao xixi.

O importante em ambos os casos é manter a calma, do contrário o problema pode até se agravar. Essas dicas valem muito também para controlar a ansiedade do seu cão, tanto nos momentos de ausência quanto nos de chegada de estranhos.

 

 

 

Ação movida em Mato Grosso do Sul libera tratamento de leishmaniose com qualquer tipo de medicamento em todo o Brasil

“>Decisão foi publicada dois dias após a libertação de Scooby (Foto: Samira Ayub / RBV News)Decisão foi publicada dois dias após a libertação de Scooby (Foto: Samira Ayub / RBV News)

Movida pelo do Abrigo dos Bichos, ação derruba portaria ministerial que limitava medicamentos no tratamento da doença
Dois dias após a comemorada libertação do cão Scooby, alvo da polêmica entorno do tratamento e eutanásia de animais com resultado positivo para leishmaniose, a ONG de defesa animal Abrigo dos Bichos comemora mais uma vitória, com a obtenção hoje (17) no Tribunal Regional Federal da 3a Região, em São Paulo, da decisão que declarou a ilegalidade da Portaria Ministerial 1426/2008-MAPA, que proibia a utilização de produtos de uso humano ou não registrados no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento para o tratamento de cães infectados pela leishmaniose visceral.

A decisão da Justiça Federal entendeu que a Portaria extrapola os limites da legislação que regulamenta a garantia de livre exercício da profissão de médico veterinário, assim como das leis de proteção do meio ambiente.

Na decisão, a Justiça Federal reconhece que ‘ao veterinário é que cabe decidir acerca da prescrição do tratamento aos animais, bem como quanto os recursos humanos e materiais a serem empregados’. A Portaria, ao vedar a utilização de produtos de uso humano ou não registrados no competente orgão federal viola os referidos preceitos legais e, por consequência, indiretamente, a liberdade de exercício da profissão, prevista no inciso XIII do artigo 5o da Constituição Federal, assim como o princípio da legalidade, que consta do inciso II.

A decisão é de âmbito nacional e de aplicação imediata.

A ação foi impetrada pelo advogado Dr. Wagner Leão do Carmo, que iniciou seu trabalho em 2008. O advogado relatou à reportagem do RBV News que foi procurado pela então presidente do Abrigo doss Bichos, Maria Lúcia Metello e prontamente se interessou pelo caso.

“Sou defensor dos animais e não só por isso, mas o fato de proibir o tratamento a um animal fere a Convenção de Bruxelas de Direitos dos Animais. Na época, o julgamento foi negativo mas agora saímos vitoriosos em segunda instância”, declarou o advogado.
De acordo com o Dr. Wagner, esta é uma grande vitória para o Brasil, que coincide com uma das grandes vitórias ocorridas esta semana, com a libertação do cão Scooby.
“Esta é uma grande vitória do sistema jurídico mundial. É a comprovação de que não é matando os cães que vamos eliminar a leishmaniose e sim prevenindo, limpando os terrenos, as casas e eliminando os vetores. Hoje, me honro ainda mais de ser advogado e de acompanhar o trabalho de juízes autônomos que atuam de maneira ética e coerente”, comemora o advogado.

Convenção de Bruxelas de Direitos dos Animais – Foi protocolada pela Unesco em 27 de janeiro de 1978 e prevê, entre outros detalhes que todos os animais tem direito à vida, a ser respeitado, a contar com atenção e cuidado, a não ser submetido a crueldade, maus-tratos, angústia, dor e morte. O animal não pode ser privado de liberdade, ser abandonado, não deve ser explorado e/ou utilizado para fins de diversão do homem e nem colocados em cativeiro.

 

Os crimes contra os animais são passíveis de pagamento de multa e punição. A Convenção dos Direitos dos Animais pode ser acessada aqui.

 

Elcilene Holsback / RBV News

 

Criada em Israel vacina contra a doença do carrapato

  • Substância ainda em teste pode evitar febre comum em cachorros

DANIELA KRESCH, ESPECIAL PARA O GLOBO, DE TEL AVIV

Vacina livraria cães da “doença do carrapato”, que pode ser letalFoto: Reprodução

Vacina livraria cães da “doença do carrapato”, que pode ser letal Reprodução

Uma descoberta acidental pode salvar a vida de cães em todo o mundo. Durante testes para o estudo de bactérias em animais, pesquisadores da Universidade Hebraica de Jerusalém conseguiram desenvolver uma vacina contra a erliquiose monocíclica canina, a chamada “doença do carrapato”, uma das enfermidades mais comuns, contagiosas, dolorosas e fatais para cachorros. A doença leva cães a sofrerem com coceiras, febre, falta de apetite, sangramento pelo nariz e fraqueza, além de causar morte em casos mais graves. Ela também afeta raposas, lobos e outros canídeos, além de gatos e até mesmo humanos, mesmo que com mais raridade.

A novidade foi revelada quando uma equipe da Escola de Veterinária Koret, em Rehovot (Sul de Israel), ligada à Universidade Hebraica, desenvolvia projetos a partir de bactérias relacionadas a cães. Em certo momento, os pesquisadores perceberam que uma das bactérias, aEhrlichia canis, que causa a erliquiose monocíclica canina, estava reagindo de forma estranha.

— Estávamos lidando com outra pesquisa quando notamos que a bateria que estávamos usando experimentava mudanças, estava enfraquecendo. Esse foi o momento em que eu e meu colega, o professor Gad Baneth, decidimos checar se essa tendência poderia ser usada como vacina — conta Shimon Harrus, da Escola de Veterinária Koret. — A pesquisa provou que estávamos certos.

A vacina se mostrou efetiva num estudo experimental cujos resultados foram publicados na edição de dezembro da “Vaccine”. Ela foi desenvolvida a partir de um tipo de vírus atenuado da Ehrlichia canis. Doze cães foram divididos em três grupos. Quatro foram vacinados duas vezes com o vírus atenuado, quatro foram inoculados apenas uma vez e os outros quatro serviram de grupo de controle. Os cachorros vacinados não mostraram nenhum sinal da doença depois de serem inoculados e nem sofreram com efeitos colaterais. Depois, todos os cães foram posteriormente infectados com o tipo mais grave do vírus. O grupo de controle desenvolveu a doença de maneira severa. Quanto aos oito cães vacinados, só três apresentaram uma febre baixa. Os outros cinco animais permaneceram saudáveis.

Até hoje, a única forma de evitar que cachorros contraíssem a doença era mantê-los distantes de carrapatos, tratá-los com carrapaticida ou limpá-los constantemente — o que é muito difícil, já que cada carrapato coloca nada menos do que quatro mil ovos.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/saude/criada-em-israel-vacina-contra-doenca-do-carrapato-7220764#ixzz2IEc4zH3S
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A obesidade pode comprometer os sistemas cardiovascular, respiratório e esquelético dos cães

obesidade é um problema que atinge um número muito grande de cães. Estudos apontam que cerca de 25% dos cães que são levados as clínicas veterinárias apresentam excesso de peso.  A obesidade é considerada o principal transtorno nutricional entre os cães.

O excesso de peso representa risco de certos problemas de saúde que comprometem os sistemas cardiovascular, respiratório e esquelético. É importante saber como reconhecer os sinais de obesidade e tomar as medidas corretivas. Porém, o mais importante, para começar, é saber como manter os cães em bom estado corporal, evitando assim a priori o desenvolvimento da obesidade.

São considerados obesos os cães que apresentam um acúmulo excessivo de gordura corporal ao ponto de pesarem 20% ou mais acima do peso corporal ideal. O ganho de peso ocorre quando os animais consomem mais calorias do que utilizam. Este ganho pode ser vagaroso e gradual ou ocorrer rapidamente, dependendo do grau de diferença entre a ingestão de calorias e o gasto de energia.

Geralmente a dieta inadequada, predisposição genética e distúrbios hormonais são as principais categorias que causam a obesidade.

Em relação à dieta, embora esta categoria seja rotulada como dieta, a obesidade é atribuída, mais precisamente, à alimentação e exercício inadequados do animal. O ganho de peso é o resultado de uma ingestão de calorias maior do que as calorias gastas pelo animal. Quando a ingestão de calorias é igual ao gasto o animal mantém seu peso corporal. Para evitar que o animal engorde o correto é fornecer menos calorias e  aumentar os exercícios proporcionados a ele. Isto significa reduzir a quantidade de alimento fornecida ao animal e aumentar o tempo dedicado a passear ou brincar com o animal.

A predisposição genética também é um fator que colabora para a obesidade, certas raças parecem ser mais suscetíveis à obesidade do que outras. Embora algumas raças de cães possam engordar mais facilmente, isto não significa que um animal deva ter excesso de peso. Manter um peso corporal saudável requer uma atenção mais cuidadosa com a quantidade de alimento e exercícios proporcionados ao animal.

Algumas doenças afetam o equilíbrio hormonal do animal de estimação,podendo contribuir para o desenvolvimento da obesidade. Elas incluem a disfunção da glândula tireoide ou pituitária. A castração dos machos e fêmeas também altera o equilíbrio hormonal dos animais de estimação, causando, algumas vezes, uma atividade reduzida e alterações no metabolismo. Estes fatores podem contribuir para a obesidade e aumentam a necessidade de se controlar, cuidadosamente, a ingestão de alimentos e aumentar o exercício no caso dos animais castrados.

Para avaliar o estado corporal dos cães e gatos é preciso primeiramente observar e apalpar o corpo do animal. Evitar que o animal ganhe peso excessivo constitui a melhor forma de controle. É  mais difícil conseguir a perda de peso depois que o animal ganhou uns quilos a mais. No caso de animais que estão correndo o risco de ganhar excesso de peso ou daqueles que já estão portando quilos extras, uma ou mais das seguintes diretrizes poderão ser aplicadas:

  • Reduza ou elimine as sobras de comida e regalos, principalmente as que possuem um alto teor de gordura e calorias, que contribuem para uma ingestão excessiva.
  • Padronize a quantidade de alimento que o animal está recebendo. Isto ajudará você a manter uma quantidade constante de alimento servido e evitará a tendência natural de despejar um pouco a mais na tigela.
  • Aumente os exercícios que você proporciona ao seu animal. Isto pode simplesmente consistir em caminhar com o seu cão ou brincar de jogar bola para ele apanhar, no quintal, com mais frequência.
  • Considere a possibilidade de mudar para uma dieta com baixo teor de calorias. As dietas deste tipo têm, tipicamente, um teor mais baixo de gordura e um teor mais elevado de fibras. Isto permite que o dono continue a servir uma porção adequada de alimento e reduza, ao mesmo tempo, o número de calorias que o animal realmente recebe.
  • Consulte um veterinário antes de começar qualquer programa de redução de peso. O veterinário pode desenvolver um programa de emagrecimento para o animal, bem como ajudar a identificar os problemas específicos e sugerir alternativas. Outra medida útil é pesar o animal periodicamente a fim de acompanhar o andamento do programa

 

 

 

Comemorações de final de ano oferecem situações de risco para os animais de estimação

As comemorações de Natal e Ano Novo são ótimos para os donos, mas podem oferecer situações de risco para os animais de estimação.

Uma linda árvore de Natal montada na sala, pode se transformar em um parque de diversão para o gatinho, são muitas bolinhas para puxar e morder. Nem sempre os enfeites chegam intactos ao dia 25 de dezembro. Mas isso é o de menos. Pior mesmo é quando as comemorações de fim de ano causam acidentes, alguns até fatais, para os pets.

A veterinária Dianna Rabelo Silveira, da Pet House  alerta: “As festas podem ser catastróficas para os bichos, porque aumentam a quantidade de pessoas na casa e, com isso, a oferta de petiscos”.

Os filhotes merecem atenção redobrada. “O perigo está nos filhotes de cães e gatos, que têm atração pelos penduricalhos. Em geral, os cachorros adultos não se interessam tanto pelos enfeites”, diz a doutor Roberto Sidnei Silveira, da  Pet House.

Para proteger seu pet no Natal e Réveillon segue abaixo uma lista com os maiores perigos que estas datas oferecem e as dicas do que fazer para protegê-los:

  • Bolinhas de natal: A veterinária  Dianna Rabelo Silveira  alerta para o perigo dos  objetos redondos pendurados na árvore de Natal. “Já atendemos casos de gatos que chegaram a engolir uma bolinha inteira”, afirma à veterinária. “Os cachorros, principalmente os filhotes, costumam morder e ingerir pedaços dos enfeites”.  A dica para evitar esta situação é deixar o pinheiro em um local fora do alcance dos animais e ficar sempre de olho. Também existem produtos vendidos em pet shop para afastá-los. É só aplicar uma pequena quantidade nos objetos. Os bichos vão desistir da “tentação” depois da primeira lambida, por causa do gosto ruim.
  • Pisca- Pisca: As luzinhas brilhantes podem oferecer
    grande risco para os animais de estimação, pois eles podem morder o fio e se machucar, além do perigo de tomar um choque elétrico que pode causar queimaduras na língua e no focinho, além de alterações neurológicas ou metabólicas mais graves, explica . A indicação é a mesma das bolinhas: mantenha o enfeite longe do animal e fique sempre atento ao comportamento dele.
  • Comida: As comidas típicas desta época podem ser prejudiciais à saúde do seu melhor amigo. Resista bravamente àqueles olhares pidões e não ofereça pedacinhos de peru, panetone nem bacalhau para os bichos. Peça para os seus convidados fazerem o mesmo. “Todos os anos atendemos vários animais intoxicados, com vômitos e diarreia. Eles comem algo a que não estão acostumados e acabam passando mal”, conta Dianna.
  • Bebida Alcoólica: O álcool é absorvido ainda mais rapidamente pelo aparelho digestivo dos pets e metabolizado no fígado, podendo causar náuseas, vômitos, problemas respiratórios e coma nos animais. A dica é não oferecer e muito menos esquecer copos de bebida ao alcance dos pets. Nesta época do ano alguns animais chegam aos hospitais veterinários – pasme! – em coma alcoólico, diz Dianna.
  • Presente Vivo: Um animalzinho pode ser a escolha de muitas pessoas na hora de presentear um amigo ou parente querido, mas antes de fazer esta escolha é bom pensar bem, pois cuidar de um bichinho não é algo fácil e algumas pessoas não estão preparadas para isso. O cuidado deve ser redobrado se o “mimo” for destinado a uma criança. Dependendo da idade, o novo dono não terá responsabilidade suficiente para cuidar do bichinho e, nesse caso, a tutela fica por conta dos pais.
  • Fitas, sacolas e plásticos: As embalagens plásticas e fitinhas atraem cães e gatos, que podem morder e engolir os materiais. O perigo é parecido com o das bolinhas penduradas na árvore. Então, se o seu animal for do tipo curioso ou bagunceiro, guarde os presentes em um lugar que ele não alcance.
  • Fogos de Artifício: Devido à audição aguçada, os cães sofrem muito durante o período das festas. A explosão de fogos de artifício assusta os animais, o recomendado para que o animal não fique muito agitado é que os donos fiquem próximos dos bichos, para tranquilizá-los. “Também é bom colocar um pouco de algodão nos ouvidos deles”, diz roberto. “Em alguns casos, os veterinários podem até prescrever calmantes”, afirma.
  • Calor: O verão pode causar desidratação nos animais.
    As festas de fim de ano coincidem com o início do verão. “Dê água gelada e deixe o animal em um lugar onde haja sombra. Paredes e pisos frios também são opções para o pet encostar e se refrescar”, diz Dianna. Outra dica é evitar passeios em horários muito quentes. De acordo com a veterinária, se o cachorro ou gato tiver pelagem clara e estiver exposto ao sol, o dono deve passar protetor solar (produtos específicos para animais, encontrados em pet shops) em áreas mais sensíveis, como as orelhas.
  • Viagem de carro: Se for aproveitar a virada do ano na praia e o bichinho for junto, certifique-se de que a viagem será confortável. “O ideal é que tanto gatos como cachorros sejam levados dentro de caixas de transporte de tamanho adequado”, explica Dianna. “Evite alimentar o animal nas duas horas que antecedem a viagem, para que ele não vomite no caminho, e, se o percurso for longo, pare algumas vezes para o animal fazer xixi”. Além disso, prefira viajar nos horários mais frescos – bem cedinho ou durante a noite.
  • Hotel: O hotel é uma ótima opção para quem vai viajar e não tem como levar o pet. Antes de escolher o estabelecimento, faça uma pesquisa para ver qual é mais confiável, se os profissionais são aptos a lidar com eventuais problemas de saúde, como são as instalações… “É importante deixar todos os seus contatos para que você seja encontrado facilmente no caso de uma emergência”, indica Dianna.

Levando o gato ao consultório veterinário sem estresse

Para que os gatos possam ter vida longa e de qualidade, são necessários cuidados de saúde, em especial os preventivos, portanto é fundamental a realização de avaliações veterinárias periódicas. A maioria dos gatos não gosta de sair de casa, principalmente se for para ir ao veterinário, começando pela dificuldade de se colocar o gato dentro da caixa de transporte. Se essa etapa puder ser facilitada, a visita se torna menos estressante para o gato e para o proprietário.

Gatos sentem-se mais confortáveis na presença de um familiar e precisam de tempo para se ajustar a novos ambientes e pessoas desconhecidas, como é o caso do consultório veterinário. Dessa maneira, essa característica comportamental felina deve ser respeitada. O proprietário deve se manter calmo no dia de visita à clínica veterinária, uma vez que os gatos podem perceber sua ansiedade ou frustrações, o que pode causar-lhes medo, ansiedade e comportamento de agressão.

Os gatos não aprendem com punição ou força. Dar recompensas para encorajar o comportamento positivo deve ser estimulado. Por exemplo, se o gato está sentado calmamente dentro ou próximo da caixa de transporte, uma recompensa como um petisco apropriado para gatos (existem vários no mercado) pode ser fornecido, alguma brincadeira ou até mesmo um afago é interessante para que o bichano possa fazer uma associação positiva com o transporte e passe a entrar dentro dele de forma voluntária.

Da mesma forma, as recompensas podem ser dadas para auxiliar o felino a se familiarizar com o tipo de tratamento realizado pelo veterinário (por exemplo, manipulação das patas, orelhas, olhos, boca, etc). O proprietário deve ser persistente e recompensar o gato sempre que preciso.

É interessante que seja colocado dentro da caixa de transporte algum tipo de tecido que seja familiar ao gato, que tenha seu cheiro e/ou do proprietário para que o gato se sinta mais seguro. Guloseimas ou brinquedos, catnip (erva do gato) também podem ser um atrativo para que o gato entre dentro da caixa de transporte.

Muitas vezes, o proprietrário observará que as coisas colocadas dentro do transporte serão removidas pelo gato nos primeiros dias, princialmente durante a noite, quando ninguém estiver por perto. Pode levar dias ou semanas até que o gato se acostume com o transporte. Por esse motivo, o proprietário deve ser paciente, calmo e sempre recompensar o felino. Se mesmo depois de algum tempo, ainda houver problemas em colocar o gato no transporte, deve ser avaliado se o manejo está sendo feito da forma sugerida pelo veterinário e se o tipo de caixa de transporte é a mais indicada para aquele gato.

Se o animal precisa ser levado ao consultório veterinário e ainda não está habituado à distância e ao transporte, deve-se colocar a caixa de transporte em uma pequena sala com alguns esconderijos. Leva-se o gato até lá e sem movimentos bruscos, fecha-se a porta da sala. O gato não deve ser perseguido. Com movimentos calmos e lentos, o gato deve ser encorajado (guloseimas, brinquedos, afago) a aproximar-se do transporte. Se o gato não entrar no transporte, deve-se remover a porta e/ou a parte superior do transporte (algumas caixas tem essa opção – ideal) e gentilmente colocar o gato na caixa. Posteriormente, encaixa-se lentamente a parte superior e a porta do transporte.

Além da colocação de tecidos que o bichano é familiarizado, a pulverização de feromônio facial felino sintético (Feliway ®) dentro e ao redor da caixa de transporte, pelo menos 30 minutos antes de colocar o gato dentro dele, auxilia bastante na manutenção da tranquilidade do felino. Este spray também deve ser pulverizado dentro do carro e no consultório veterinário.

Os gatos são muito sensíveis aos odores e aromas estranhos, podendo resultar em não reconhecimento daquele felino que saiu para visita veterinária por parte dos demais gatos da casa e consequentemente agressão. Assim que o gato retorne à residência, deve ser mantido na caixa de transporte por alguns minutos com o intuito de observar como os demais gatos reagem à sua chegada. Se todos os gatos parecerem tranquilos e pacíficos, o gato pode ser retirado da caixa de transporte.

Se for percebido algum tipo de tensão entre eles, o gato deve ser mantido no transporte até ser conduzido a um cômodo separado para evitar uma possível agressão. Água, comida, bandeja sanitária (liteira), local de descanso e esconderijo devem ser oferecidos e o gato ser mantido, por no mínimo, 24 horas dentro deste cômodo para que recupere o cheiro mais familiar da casa (cheiro de grupo). O spray de feromômio deve ser pulverizado em toda casa para promover sensação de familiaridade a todos os gatos da casa.

Para futuras visitas, o mesmo esquema deve ser realizado. Se houve muita dificuldade de reintrodução daquele gato ao ambiente após a visita, em decorrência do não reconhecimento e agressão dos demais gatos, é sugerido, se possível, que todos os gatos sejam levados ao veterinário conjuntamente ou, pelo menos, aqueles que causaram problemas anteriormente. Isto pode minimizar ou impedir conflitos futuros.

É importante lembrar que alguns gatos, enquanto estão sendo transportados, gostam de ver o que está acontecendo ao seu redor, enquanto outros, mais ansiosos e/ou medrosos, preferem não ver nada, sendo interessante cobrir a caixa de transporte com um cobertor ou toalha para impedir que vejam e sejam vistos.

Por mais dócil e manso que o gato seja jamais deve ser transportado no colo do proprietário. Se o gato se assustar por qualquer motivo, seu instinto será agredir quem o segura, no intuito de fugir e se esconder. Se isso ocorrer fora das dependências do consultório veterinário, é bem possível que o gato fuja pra longe e o proprietário nunca mais o veja.

Autor(a):  Tathiana Mourão dos Anjos (ANJOS, T.M.) Professora dos cursos: Medicina Felina e Nefrologia e Urologia em Pequenos Animais (CPT Cursos Presenciais).

Adaptação: Revista Agropecuária

 

 

 

 

 Por que os cachorros lambem

O cachorro usa sua língua para explorar e conhecer o mundo. Sua língua é tão útil como nossos olhos e mãos são para nós. Eles a usam para sentir o gosto das coisas, e também para explorar a presença de outras pessoas e animais, para mostrar submissividade e para demonstrar que eles gostam de sua companhia e amizade.

Lamber é uma atitude absolutamente normal para os cães mas alguns, simplesmente, vão longe demais. Alguns cães perseguem seus donos em todos os lugares sempre lambendo suas pernas e mãos e, se têm uma chance, seu rosto também. E tudo isso, porque eles querem dizer que os amam.

Mas, normalmente, as lambidas podem carregar mais significado do que simples afeto. É muito fácil saber se ele está lambendo para mostrar afeto: em geral, ele vai estar relaxado, feliz e de bom humor. Bons exemplos são quando se chega em casa, depois de um longo dia de trabalho, ou quando os dois, cão e dono estão deitados, vendo televisão e ele começa a lambê-lo.

Uma outra razão de cachorros lamberem os donos, repetidamente, é porque estão ansiosos e estressados. Se ele estiver infeliz ou tenso, esta é uma das maneiras comuns que ele pode escolher para demonstrar isso. Alguns cachorros lambem a si próprios, outros lambem o dono. Não é difícil identificar as causas desse estado de ansiedade: O seu cachorro está recebendo atenção e estímulo suficientes? Ele está se exercitando com frequencia? Está tendo tempo suficiente para ir para fora de casa farejar, explorar o mundo ou simplesmente brincar? Você lhe dá atenção suficiente quando está em casa ou apenas o cumprimenta, rapidamente, e segue com a rotina do dia-a-dia?

Esses são aspectos a considerar se o cachorro vem demonstrando esse comportamento de lamber excessivamente. Dependendo das circunstâncias e da qualidade de vida do cão, pode-se precisar fazer alguns ajustes na maneira de lidar com ele para diminuir a lambeção. Talvez seja necessário que o dono vá à casa mais vezes, durante o dia, talvez acordar meia hora mais cedo de manhã para dar uma boa volta com ele antes de sair para trabalhar (isso varia muito em cada cachorro, mas a maioria deve se exercitar ao redor de uma hora e meia por dia). Talvez só se precise passar mais tempo com ele durante a noite, brincando, adestrando, escovando ou apenas fazendo companhia um ao outro.

Considerando estes dois motivos apresentados anteriormente, se o dono quiser diminuir esse comportamento em seu cão, uma mudança na sua linguagem corporal é uma maneira eficaz de conseguir isso. Deve parar com a demonstração de afeto para ele entender que não gosta disso. Quando ele começar a lamber, levante-se imediatamente e vire-se de costas para ele. Os cães compreendem a linguagem corporal muito melhor que a verbal, portanto não se olha para ele e nem se diz  nada, apenas ignorá-lo é o suficiente.

 

 

Fonte: Site Adestrador do Amigo

Adaptação: Revista Veterinária

 

 

 

Dicas de cuidados para quem quer ter um gato de estimação

Os gatos tem reputação de serem independentes, mas na verdade eles precisam de cuidados, afeto e atenção dos donos. Os gatos domésticos são mamíferos que podem viver de 15 a mais de 20 anos.

Uma alimentação saudável e equilibrada permite ao animal viver mais tempo num estado muito saudável. Alguns cuidados são essenciais para quem quer ter um gato de estimação como:

  • Disponibilização de água fresca;
  • Higienização do caixote de areia para prevenir qualquer tipo de doenças. Muitos gatos negam-se a utilizar um caixote sujo;
  • As unhas dos gatos devem estar curtas. Para evitar dores, os gatos que vivem em apartamentos devem ter algo para arranhar;
  • Os gatos lambem-se para se limpar e geralmente retiram pelos mortos. Por isso, devem-se escovar os pelos regularmente, pelo menos uma vez por semana. Assim o pelo morto é eliminado e evita a formação futura de bolas de pelo no estômago. Para os gatos de pelo curto, basta escovar uma ou duas vezes por semana, para manter a sua pele limpa, brilhante, saudável e eliminar também a pelagem morta. Algumas raças exigem mais rigor e atenção;
    • Limpe os olhos com algodão umedecido em água boricada ou água morna (não quente);
    • Observe as orelhas do gato em busca de cera excessiva ou uma infecção, o que poderia indicar a presença de carrapatos;
    • Veja se as gengivas estão inflamadas (gengivas saudáveis são de coloração rosa pálida), veja se há tártaro (uma placa marrom na base do dente), dente quebrado, mau-hálito ou qualquer outro problema. A maioria destes problemas requer cuidado veterinário.

Muitas pessoas que tem criança em casa acreditam que a relação do gato com as crianças é igual a do cão com o gato, isso é um erro, os gatos gostam mais das crianças do que dos adultos e não lhes fazem mal a não ser que a criança lhes faça muito mal. Os gatos podem chegar a ser muito pacientes com as crianças se elas aprenderem a interagir com o gato com doçura e não com hostilidade.

Os gatos são caçadores naturais, contudo, mesmo que você tente humaniza-lo, nunca conseguirá anular esse comportamento. Os gatos caseiros caçarão mesmo bem alimentados. Desde pequenos, os gatinhos já brincam como caçadores. O recomendado é que o dono brinque sempre que possível com o seu gatinho, o incentivando regularmente para jogar, o que ajudará a manter a  forma física e psicológica do animal.

Fonte: Mundo entre patas

Adaptação: Revista Veterinária

 

 

Tosa: uma necessidade higiênica que não pode ser desconsiderada

Tosar o pelo dos cachorros é mais que uma atividade que pode deixar o animal belo é uma necessidade higiênica e como uma necessidade higiênica não pode ser desconsiderada. Os pelos do cachorro, quando muito embaraçados, têm grandes chances de proliferar fungos, com isso, o bichinho pode sofrer com dermatites e micoses, provocando buracos nos pelos do animal.

Além de se considerar a necessidade de realizar a tosa, é preciso saber como o fazer. Antes de tosar o cão é necessário escovar bem o pelo do animal. Além de preparar para a tosa, por desembaraçar todo o pelo, a escovação faz bem para a saúde do animal. Ela ajuda a remover os pelos mortos, espalhar a gordura da pele e ativar a circulação sanguínea, o que aumenta o poder imunológico do animal.

Quando o cachorro tem pelos longos, é bom escovar todos os dias. Em caso de pelos curtos, a escovação uma vez na semana é suficiente.

A tosa em si merece atenção em algumas partes. A região embaixo das patas dos cães devem ser tosadas, pois o excesso de pelo faz com que eles escorreguem e percam aderência ao correr e caminhar. Os cachorros devem ter a barriga raspada sempre, isso por que o genital dos machos fica virado para frente e, se a barriga estiver muito peluda, as bactérias podem se acumular no pelos. Além disso, evita que, principalmente, cachorrinhos, que convivem dentro de casa, deitando, por exemplo, no sofá, deixem pelo, em locais onde à noite você coloca o rosto para deitar ao assistir TV, o que pode ser desagradável e, sendo portador de bactéria, prejudicial à saúde.

No momento da tosa, uma medida necessária é o cuidado ao manusear a máquina de tosar para não machucar o cachorro. Uma possibilidade para se preparar para realizar o serviço sem recorrer aos pet shop, em caso de necessidade de mais segurança, é fazer um curso de banho e tosa. Como existe esse curso, em muitas cidades, sendo oferecido a preços acessíveis, pode ser de grande utilidade para quem tem cachorro com pelos grandes e quer manter a saúde do animal sem precisar gastar no pet shop, semanalmente.

 

Fonte: Saiba Como

Adaptação: Revista Veterinária

 

 

Como cuidar da pelagem do seu cão

Para evitar que o pelo do seu cão fique com nós, é necessário escová-lo com freqüência. Uma vez com nós, o animal pode puxar e causar inflamações na pele sensível do cão, causando dor. Até mesmo os de pelagem curta e baixa necessitam de uma escovação regular, para distribuir o óleo da pele e remover os pelos mortos.A escovação regular mantém a pele saudável e estimula o fluxo sanguíneo, que, consequentemente, acaba distribuindo os óleos naturais.

Um cão com pelagem curta deve ser escovado no mínimo uma vez por semana. Contudo, um cão com pelagem grossa e longa exige cuidados diários. Uma escova de cerdas de borracha ajuda a prevenir a existência de nós, enquanto uma escova de couro curtido ou uma luva de borracha remove os pelos soltos de forma rápida. Para se obter um melhor resultado, é necessário que a escovação seja feita no sentido para baixo em relação à pele.

Se você tem um cão com pêlo curto, uma escova de cerdas naturais é mais recomendada. Esse tipo de escova também pode ser usada em raças como husky e collie, que apresentam a chamada “pelagem dupla”, que é caracterizada por uma pelagem macia por baixo, e uma pelagem externa resistente. Uma escova de pino de aço é recomendada para cães de pelagem longa. Cães como poodles, bichons frises, kerry blue terries, com a pelagem cacheada ou ondulada, precisam de uma escova de borracha com cerdas curvadas. Para os cães de pelo liso e escorridos, como setters ou spaniels, a escova de pinos ou cerdas de borracha são boas escolhas.

Antes de escovar seu cão, é necessário umedecer sua pelagem, preferencialmente com um condicionar em spray, para que a escova se movimente suavemente no pelo, diminuindo a eletricidade e os fios partidos.

Para a remoção de nós, é necessário o uso de óleo para bebê, ou algum líquido desembaraçante. Após alguns minutos, tente desprender e separar os fios dos nós, usando os dedos ou um pente.Escove cuidadosamente cada uma das partes desprendidas, indo devagar para não machucar seu cão. Em casos mais sérios, a pelagem inteira terá que ser cortada.

Fonte: Filhos de Quatro Patas

Adaptação: Revista Veterinária

 

 

 

Cardiologia veterinária visa tratar e prevenir as doenças do coração

cardiologia é a especialidade da medicina veterinária que visa o diagnóstico, o tratamento e a prevenção de doenças do coração e do sistema circulatório.

As doenças cardíacas nos animais geriátricos ou idosos, podem surgir entre 9 e 11 anos, entretanto, outras cardiopatias poderão também surgir durante a vida do animal e quando corretamente diagnosticadas e tratadas, podem permitir ao animal uma excelente qualidade de vida.

Assim como na população humana, os cães e gatos tem aumentado o tempo de sobrevida, principalmente devido a melhor qualidade dos serviços veterináriosprestados atualmente, com isso as doenças cardíacas são cada vez mais comuns em cães e gatos. As cardiopatias em cães idosos são geralmente causadas por alterações nas válvulas cardíacas ou por alterações no músculo cardíaco (miocárdio).

Algumas raças de cães são mais predispostas a determinados problemas cardíacos que outras.  As principais cardiopatias adquiridas pelos cães e gatos são:

A Insuficiência Valvular que é uma condição progressiva, que acomete principalmente cães de pequeno e médio porte acima de seis anos, como Poodle, Pinscher, Cocker Spaniel, Dachshund e Pequinês. À medida que o cão envelhece, as suas válvulas cardíacas sofrem um processo de degeneração, podendo se tornar insuficientes. Assim, ao invés de se fecharem eficazmente cada vez que o coração bombeia, elas permitem um fluxo de sangue inverso ao normal, resultando em uma diminuição do sangue que vai ser distribuído para o organismo e, com isso, aparecimento dos sinais clínicos.

A cardiomiopatia Dilatada que é uma doença comum em cães de raças grandes como Dobermann, Boxer, Labrador e Dogue Alemão. Entretanto, a prevalência desta cardiopatia para animais de médio porte, como o Cocker Spaniel, vem aumentando. Esta doença causa uma insuficiência do músculo cardíaco, ou seja, a contratilidade do miocárdio se torna prejudicada, fazendo com que o sangue não seja bombeado eficazmente.

A cardiomiopatia Hipertrófica que é afecção mais comum em gatos, cuja evolução pode ocorrer de forma silenciosa, manifestando-se somente quando já se encontra na sua forma mais grave. É uma doença cardíaca de origem desconhecida, que leva à hipertrofia (espessamento) do ventrículo esquerdo e preenchimento inadequado do coração com sangue.

Os proprietários de cães devem ficar atentos a algumas manifestações como: apatia e intolerância ao exercício físico, redução de apetite, e com isso, diminuição do peso corporal. Outros sinais clínicos comuns nestes pacientes são tosse, dificuldade respiratória, língua arroxeada ou azulada, desmaios (síncopes) ou tonteira, distúrbios no crescimento em filhotes e no desempenho de cães atletas. É importante mencionar que esses sinais clínicos são inespecíficos e podem também ser vistos em outras doenças.

O tratamento da cardiopatia deverá ser sempre de acordo com a afecção apresentada por cada animal. Conforme a cardiopatia, deve se ter uma conduta terapêutica especifica que também depende da fase de insuficiência cardíaca congestiva apresentada.

Doença cardíaca não significa necessariamente falência cardíaca. Muitos animais com problemas cardíacos não apresentam sintomatologia e são capazes de viver com boa qualidade de vida, sem necessitarem de medicação. Existem casos como as Endocardites, Miocardites e Dirofilaciose em que após o tratamento específico há melhora clínica e pode se interromper a terapia. Contudo, a maior parte dos pacientes cardiopatas tende a piorar depois dos primeiros sintomas, necessitando de tratamento para o resto da vida.

Fonte: Web Animal

Adaptação: Revista Veterinária

 

Por Equipe Cão Cidadão

cao brinquedos 1024x680 Como escolher o brinquedo ideal para cada tipo de cão

Suprir parte da ausência dos donos, aliviar a ansiedade e o estresse, e promover aprendizado são alguns fatores positivos que o brinquedo pode proporcionar ao seu cão, ganhando grande importância no seu dia-a-dia. Aí surge a dúvida: “Qual brinquedo adquirir?”

É muito importante o dono ter consciência de que os brinquedos vão auxiliar na vida saudável de animal e nunca vão substituir passeios, caminhadas e brincadeiras em parques e praças.

No momento da escolha devemos levar em conta: idade, temperamento, porte físico do cão e função do brinquedo. Para cães filhotes as melhores opções são mordedores de látex, bolinhas macias e maciças e ossos flexíveis, pois ajudam a aliviar a coceira na gengiva, devido à troca de dentes.

Com peludos adultos os proprietários têm uma variedade maior de opções. Osso de nó, de palito e de nylon maciço, mordedores de borracha ou corda, e frisbee de látex são usados para distração e brincadeiras no parque.

Os cães idosos devem ter uma atenção especial! O brinquedo deve ser macio, por exemplo, um bicho de pelúcia ou ossos e não pode ser muito pesado para não incomodá-lo. Não deve machucar a gengiva nem exigir muito esforço físico.

O temperamento de cada animal também deve ser avaliado para que a escolha seja correta. Imagine um cãozinho super agitado com uma bolinha que faça barulho? A tendência é que esse brinquedo o deixe mais agitado ainda. Porém, seria ideal para um pet tranquilo, estimulando a brincadeira.

O cachorro que destrói todos os brinquedos precisa de bolas e cordas, com materiais mais resistentes – existem varias opções no mercado pet. Nesses casos, a brincadeira pode se tornar perigosa, pois pedaços ingeridos podem obstruir ou ficar parado no estômago ou intestino, levando, em alguns casos, à cirurgia. Temos também que ter cuidado com os brinquedos muito duros para evitar quebrar os dentes do pet.

Os proprietários que passam algumas horas longe de casa podem optar por brinquedos nos quais se escondem guloseimas, a fim de despertar a curiosidade do animal e distraí-lo nesse período. Essa opção é muito interessante, porque podem ser colocadas guloseimas diferentes a cada dia deixando o cão, muito empolgado com a brincadeira.

Em existem também opções mais econômicas. Os brinquedos caseiros são uma excelente alternativa, em que o proprietário pode usar a imaginação para criar um brinquedo personalizado. Produtos recicláveis como garrafas pet com furos ou caixinhas de leite, recheadas com petiscos, caixas de papelão, galão de água vazio, etc. São uma ótima pedida!

 

E QUEM FOI QUE DISSE QUE PEIXE NÃO FICA DOENTE ?

Muitas pessoas ainda tem a crença de que peixes ornamentais não precisam de cuidados veterinários. Aí que elas se enganam. Por mais incrível que isso pareça eles precisam sim! Eu mesma já cuidei de muitos e adquiri esse conhecimento (que não me foi passado na faculdade, infelizmente) com prática e a ajuda de um bom livro de clínica de peixes e anfíbios do autor Paulo Marcos Agria de Oliveira. O tratamento todo é feito no que chamamos de “Aquário Hospital”. Ali o peixe receberá o tratamento estabelecido diretamente na água: antibióticos, antifúngicos, antiparasitários… enfim… o que lhe for necessário, e depois volta pro seu aquário principal. E não pense que basta colocar o remédio na água e está tudo certo! Primeiro é necessário identificar a doença e utilizar de forma correta o medicamento, caso isso não aconteça, o peixe pode até morrer intoxicado com os medicamentos que foram colocados na água. Então leigos, por favor cuidado! Vou listar algumas das doenças mais comuns, e se por acaso o seu peixinho estiver apresentando algum desses sintomas procure logo um veterinário apto para este atendimento.

ÍCTIO
Sintomas: inicialmente o peixe começa a se esfregar como que se conçando. Depois começam a aparecer pontos brancos espalhados pelo corpo do peixe, que vão aumentando em número e tamanho; sua aparência é de pequenos cogumelos. A doença é bem contagiosa, mortal, mas de fácil tratamento.FUNGO
Sintomas: o peixe aparece com alguma região coberta por uma forma parecida com um “algodão branco”.SUPERABUNDÂNCIA DE SANGUE
Sintomas: é típico sintoma de má qualidade da água. Aparecem riscas vermelhas, de sangue, principalmente na nadadeira caudal do peixe.DEGENERAÇÃO DAS NADADEIRAS
Sintomas: apodrecimento dos tecidos das nadadeiras.DACTILOGIRUS
Sintomas: aparecimento de filamentos muitos finos nas brânquias, que acabam se apresentando irritadas (avermelhadas). Podem aparecer fungos na região atacada.AEROMONAS
Sintomas: as nadeiras dos peixes vão sendo comidas das pontas em sentido as corpo, pode existir uma borda vermelha, de sangue, na região que está sendo atacada; no corpo do peixe aparece como um anel branco, normalmente ao redor do dorso.CAPILARIA E HEXAMITA
Sintomas: em ambas os sintomas se iniciam com a falta de apetite do peixe, até que ele para completamente de comer. São parasitas intestinais.

Brasileiros devem gastar R$ 5,92 bilhões com animais de estimação este ano

Estimativa do Ibope Inteligência aponta um gasto médio de R$ 36,31 por pessoa

Epitácio Pessoa/AE

O mercado pet brasileiro deve movimentar R$ 5,92 bilhões este ano. É o que mostra a estimativa do Pyxis Consumo, do Ibope Inteligência, divulgada nesta terça-feira, dia 16. Na divisão dos gastos por habitante, o consumo de produtos para animais de estimação será de R$ 36,31 este ano, 13% maior em comparação com o ano passado.

A classe B, que representa 24,45% dos domicílios, é responsável pela maior fatia dos gastos: R$ 2,69 bilhões ou 45,47% do total do consumo. Aparecem em seguida: classe C (R$ 1,7 bilhão), classe A (R$ 841,86 milhões) e classes D e E (R$ 686,03 milhões).Na divisão por regiões, o Sudeste tem potencial de consumo de R$ 3,1 bilhões, o que representa 53,75% do total.

Para quem pretende prosperar no setor a dica é seguir o caminho contrário da venda de ração, produtos de tratamento e acessórios. Diante de tanto crescimento, e concorrentes, as melhores oportunidades do setor estão no segmento de serviços oferecidos aos animais de estimação por seus donos.

O negócio aberto pela bióloga Renata Caetano exemplifica a situação. Renata era adestradora de cães, mas instigada pela procura, passou a oferecer também o serviço de passeio com os animais. Há três anos, ela agregou mais uma função ao seu portfólio de especialidades, o cuidado e a recreação dos bichos durante o horário comercial. A Dogtown fatura por mês cerca de R$ 30 mil e opera no limite da capacidade, com 70 cães fixos.

 

 

 

CUIDADOS COM O CACHORRO NO VERÃO

Nossa, como o tempo passa rápido. Nós nem tivemos um inverno de verdade e a primavera e o verão já se aproximam.

Com a chegada do calor as pessoas se sentem mais dispostas para passear e se exercitar. Muitos donos de cães aproveitam para exercitar junto os seus peludos, e é bom pensar em alguns cuidados importantes.Ter água disponível, por exemplo.

Quando nós fazemos exercícios, ou quando está muito calor, precisamos ingerir uma quantidade considerável de água para nos mantermos saudáveis, e com os cães não é diferente. Lembre-se que, inclusive, os nossos amigões não suam pela pele para manter a temperatura ideal do corpo. Quando eles estão com muito calor uma água fresquinha é de grande ajuda.

Você deve estar sempre preparado para oferecer água limpa e fresca para o seu amigão e com a ajuda dos produtos da Pet House isso não será mais problema. Veja abaixo a nossa seleção de produtos e como eles podem lhe ajudar:

 

BEBEDOURO DE BILHA – LANÇAMENTO!

Uma ótima opção para quem quer que o cachorro tenha água sempre fresquinha e disponível, sem ter que ficar recolocando água a toda hora. Se você tem um cachorro que gosta de virar o prato de água, ou um peludo que acaba sempre ficando com os pelos do focinho ou das orelhas com mal cheiro porque enfia a cara toda dentro do prato de água, este é um produto imperdível.O Bebedouro de Bilha pode ser facilmente fixado em uma parede ou em um cercado de exposição, e usa como reservatório uma garrafa de refrigerante de 2 litros. Seu peludo terá água limpa, sem baba, sem bichinhos, fresquinha, bastando lamber a pontinha do bebedouro para se servir.Se você tem cachorros de alturas muito diferentes é só instalar um Bebedouro de Bilha na altura dos grandões e ou na altura ideal para o baixinhos. Todo mundo fica feliz e sem dor nas costas ou no pescoço.

BEBEDOURO PET DRINK

No caso de você estar indo para uma aventura ultra radical, como passear em um parque onde não existam vendedores por perto, o Pet Drink vai ser o bebedouro automático do seu peludo.Uma garrafinha de 500 ml, plástica, vem acoplada a um reservatório que torna muito mais fácil e confortável para o seu peludo beber água, do que ficar tentando beber naquela pequena “pocinha” que a sua mão pode manter por míseros segundos. Depois que o bichão estiver satisfeito basta dobrar a garrafinha para “dentro” do reservatório, diminuindo assim o volume da engenhoca.A garrafinha vem com um sistema dosador, assim a água não se sai completamente de uma única vez e o desenho do reservatório permite que cães de todas as raças possam beber confortavelmente.E para facilitar ainda mais a nossa vida, o Pet Drink vem com uma cordinha para a gente poder carregar o bebedouro canino nos ombros, deixando as mãos livres para que possamos coçar as costas do nosso peludo, sempre que ele quiser.

BEBEDOURO DOBRÁVEL

É perfeito para quem leva o bichão para passear em locais onde será possível comprar uma água mineral, ou uma água de coco.Com o Bebedouro Dobrável nunca mais você vai precisar carregar uma mochila ou bolsa só para levar a “bacia” do seu cão. O Bebedouro Dobrável é feito de um nylon totalmente flexível e impermeável, que segura a água para o seu cão beber tranqüilamente (embora ele pareça pequeno qualquer cão consegue beber nele sem dificuldades).Depois que o seu amigão acabar de se satisfazer com a bebida fresquinha, basta jogar o restante fora, sacudir o Bebedouro para retirar o excesso de água, dobrá-lo, e simplesmente colocá-lo de volta no bolso.Se preferir basta pendurá-lo por alguns minutos até ele secar completamente, pois o Bebedouro Dobrável vem com um pequeno mosquetão que você pode usar para pendurar na alça da bolsa, ou no passador do cinto da sua bermuda. É tão prático e não ocupa espaço que você pode ter um no porta-luvas do seu carro, na sua bolsa, ou simplesmente carregá-lo no bolso.

BEBEDOURO DE TORNEIRA

Se você tem uma torneira no quintal, em uma altura acessível para o cachorro, este bebedouro é uma excelente maneira de fornecer água sempre fresquinha para ele.Facílimo de adaptar nas torneiras, este bebedouro evita aqueles potes de água pelo chão, que acabam sempre ficando sujos e cheios de limo. Em minutos o seu cão vai aprender que basta ele passar a língua no bebedouro para a água sair da torneira. O Bebedouro de Torneira é totalmente confeccionado em metal, resistente e antiferrugem, que pode ser instalado “no tempo”, mas antes veja se a torneira não está em um local onde bate sol, para ter certeza de que a água do seu peludo vai estar sempre fresquinha.

 

Além de manter á água limpa e fresquinha para o seu amigão, existem outras dicas muito importantes para que ele se mantenha saudável, especialmente nas épocas de calor:

Nunca deixe o seu cachorro sozinho no carro – a temperatura dentro de um automóvel sobe rapidamente e a variação na temperatura do ar pode comprometer seriamente a saúde do seu peludo. É importante lembrar que enquanto nós temos mecanismos extras para mantermos a temperatura do nosso corpo estável, como por exemplo suando pela pele, os nossos amigos peludos não possuem o mesmo artifício. Os cães fazem troca de calor pela respiração e precisam trocar o ar quente de “dentro deles” pelo ar frio. Por isso é tão importante que o seu amigo esteja sempre em um local bem ventilado. Uma pequena abertura no vidro do carro não é suficiente para a temperatura interna do veículo se manter adequada.

Nunca deixe o seu cachorro preso no sol – o princípio é o mesmo do erro que é manter um cachorro dentro do carro durante um dia quente. Neste caso o cão exposto ao sol precisa realizar um esforço muito maior para poder diminuir a temperatura do corpo, do que estivesse deitadinho em uma sombra gostosa.

Cuidado com o calor nas patas – O pessoal que gosta de caminhar pelas calçadas e ruas, fazendo  caminhadas, não deve se esquecer que o cão não usa tênis, e o calor do chão pode queimar seriamente as patas dele. E mesmo que você esteja caminhando por lugares sob a sombra, tenha cuidado com terrenos muito acidentados, principalmente se o seu peludo costuma viver em um piso liso, pois é provável que a patinha dele seja muito mais fininha do que a gente imagina.

Pele muito branca – Outro cuidado especial é necessário para donos de peludos que possuem a pelagem branquinha e a pele muito rosa. Tal como nós os caninos também estão expostos aos efeitos nocivos dos raios solares. Em caso de dúvidas, converse com o seu veterinário para saber se é preciso usar algum tipo de proteção solar, especialmente em áreas como focinho, orelhas, e patas.

E aproveitando a visita ao veterinário, converse com ele sobre dois problemas que são mais comuns do que a gente pensa e que podem não só afetar a qualidade de vida do seu bicho, como pode levá-lo até a morte. Os possíveis danos causados nas articulações do seu cão (principalmente em filhotes, cães idosos, ou cães com displasia) quando não obedecemos os limites naturais de resistência do bicho. Não exceda a quantidade diária de exercícios recomendada pelo veterinário, e evite deixar o seu cão trotando ou correndo em pisos muito duros (asfalto ou concreto), e também em pisos muito irregulares.

Torção gástrica – Nunca leve o seu cão para se exercitar vigorosamente depois de se alimentar ou depois de beber muita água. A torção gástrica normalmente acontece quando o estômago do nosso cão está cheio, propiciando que o órgão se torne um pêndulo, girando e torcendo sobre si mesmo. Também não deixe o seu cão beber muito ou comer logo após voltar de uma seção de “academia na praça”, principalmente se ele estiver ofegante.

Lembre-se sempre que o seu cão é tão indefeso quanto uma criança de colo. Ele não tem como se expressar verbalmente e avisar que está cansado, tem sede, está com calor, ou se sentindo mal. É preciso que estejamos atentos aos nossos amigões para entendermos o que eles querem nos dizer, porque às vezes os sinais são sutis. Em caso de dúvidas, a pessoa mais indicada e mais informada para lhe ajudar a cuidar bem do peludão é o seu veterinário de confiança. Não hesite em perguntar a ele, nem de pedir ajuda se for preciso.

E pode contar com a Pet House para continuar procurando soluções para você e para o seu amigão, seja em que temperatura for! Como você viu nós temos várias soluções para matar a sede do seu amigão, ignore as necessidades do seu bicho e depois não reclame quando ele resolver tomar um drinque no vaso sanitário ECA!

Cuidados com cirurgia cesariana em cães e gatos

Nascimentos de animais, como cães e gatos costumam acontecer de forma natural. Definir o termo “neonato” em cães, por exemplo, é considerar o filhote, desde o nascimento, até completar 15 dias de vida.

Filhotes saudáveis estão intimamente relacionados à escolha de bons reprodutores, antes de se programar o cruzamento. Isso inclui os cuidados com a fêmea, na gestação, assistência de um veterinário durante o parto e a observação do estado clínico dos filhotes, imediatamente ao nascer, e durante o período de amamentação

Caso o parto seja cirúrgico, aplicam-se anestésicos voláteis ( isoflurano) ou anestesia epidural. Isso irá diminuir as chances de depressão respiratória nos filhotes. O acompanhamento pós parto é de suma importância, como verificar se a mãe estimula as regiões perianal e genital de seus filhotes, estimulando-os a urinar e defecar. Se isso não ocorrer, é necessário massageá-los com algodão embebido em água morna.

Esse tipo de parto, a cesariana, estará previamente indicado em algumas situações especiais, como número pequeno ou grande número de filhotes, fêmeas muito jovens ou senis, antecedentes de partos difíceis (distócicos), sofrimento fetal, alterações que possam dificultar o parto ou na falta de assistência veterinária, durante a gestação. Algumas raças são susceptíveis a dificuldades no parto, como Bull Dog, por exemplo.

Ao cabo de 15 dias, os filhotes devem estar fortes e saudáveis, e com os olhos abertos. Muitas ninhadas se perdem por falta de manejo adequado.

 

 

Cães salvam menino com Síndrome de Down perdido em floresta

No Alabama, nos EUA, o menino de dez anos se perdeu na floresta e cães o aqueceram durante a noite, evitando uma possível hipotermia.

Nos Estados Unidos, mais um exemplo de que, em muitos momentos, o cão é o melhor amigo do homem. Um menino de dez anos, perdido numa floresta, sobreviveu a uma noite de frio, protegido por seus cachorros.

Kyle Camp tem Síndrome de Down e mora no Alabama. Ele desapareceu na terça-feira (16) à noite e foi encontrado 15 horas depois, no meio de uma floresta perto de sua casa. O menino estava sem sapato e sem agasalho, mas cercado por quatro filhotinhos. De acordo com os médicos, eles aqueceram Kyle durante a noite, evitando uma hipotermia.

Mais de cem pessoas participaram das buscas. A mãe contou que ficou desesperada ao ver que o menino tinha sumido. Ele nunca se afastava da casa. E deve ter entrado na floresta justamente atrás dos filhotes que, no final, salvaram a vida dele.

 

Cães ajudam na recuperação de crianças em hospital do Recife

A cinoterapia utiliza os animais como co-terapeutas em vários tratamentos. Pacientes alvo têm síndromes, problemas psíquicos ou neurológicos.

O Hospital Barão de Lucena, no Recife, iniciou nesta terça-feira (9) o uso da cinoterapia, em pacientes pediátricos da unidade. A terapia consiste no uso de cães para ajudar na recuperação de crianças em tratamento, com dificuldades motoras ou cognitivas, no projeto chamado Cães Doutores.

“É um método no qual o cachorro atua como mediador do tratamento. Buscamos desenvolver brincadeiras para trabalhar a necessidade de cada paciente, como coordenação, movimento ou concentração”, explica a terapeuta ocupacional e cinoterapeuta Andréa Souza.

Nesta terça aconteceu uma sessão especial, com seis cães, mas as sessõe vão acontecer quinzenalmente, e o número de cães e de crianças envolvidas vai depender do quadro de internação da unidade.

“Escolhemos entre os pacientes que estão internos na enfermaria pediátrica ou no ambulatório e que, naquele momento, têm condições clínicas de entrar em contato com o cão. Dependendo dos diagnósticos de cada paciente, ajustamos o tipo de sessão de cinoterapia”, detalha Andréa, adiantando que serão entre dez e 15 crianças atendidas por vez.

Cabe ao terapeuta direcionar os objetivos de cada sessão. A equipe é formada por terapeuta ocupacional, fonoaudiólogo, assitente social, fisioterapeuta e psicólogo. Os pacientes que se enquadram no tratamento têm síndromes progressivas diferentes, problemas písquicos ou neurológicos. Os cães podem, inclusive, participar de trabalhos dentro da enfermaria, além do pátio do hospital.

Dependendo da enfermidade, as sessões podem ser individualizadas, com a criança, o terapeuta, o cão e o adestrador. De acordo com Andréa, o resultado é muito diferente do alcançado na terapia convencional. “Às vezes a gente vê que na terapia a criança está desestimulada, sem vontade de fazer as atividades. O cachorro é um estímulo alegre, que faz com que a criança trabalhe o que a gente está pretendendo”, conta a terapeuta.

Entre as atividades, estão passear com o cão, jogar bolinha para ele buscar e penteá-lo, que faz com que o paciente trabalhe o equilíbrio, a força e a coordenação de forma prazerosa.

Os profissionais envolvidos estão passando por um curso de cinoterapia, para obter o título de cinoterapeuta. De acordo com Andréa, esta é a primeira vez que a técnica está sendo usada em um hospital de Pernambuco.

O projeto Cães Doutores é uma parceria com o Kennel Club do Estado de Pernambuco, que está cedendo adestradores voluntários e os animais treinados. No projeto, são usados cães das raças Fox Paulistinha, Dachshund, Golden Retriever e Border Collie.

Para participarem da terapia, os cães passam por uma série de trabalhos e testes que avaliam a socialização dos animais. A reação do cachorro em situações inusitadas e o comportamento diante de uma grande quantidade de pessoas também são testados pelos adestradores e terapeutas.

O Hospital Barão de Lucena fica na Avenida Caxangá, 3.860, no bairro da Iputinga, no Recife.

Coreano faz sofá com compartimento especial para cachorros

Mobílias destinadas para animais de estimação estão cada vez mais no foco do mundo da decoração. De casinhas descoladas a playgrounds, designers têm desenvolvido soluções criativas para atender as necessidades tanto dos donos quanto de seus companheiros.

Casinhas para cães e gatos imitam trailer e caixa de leite e contam até com teto ecológico

O “Dog House Sofa” é uma destas criações. Pensando na comodidade e na falta de espaço nos lares modernos, o designer coreano Seungji Mun criou um sofá que pode ser utilizado de duas maneiras diferentes. Para os humanos funciona como um assento normal, enquanto que para os cachorros serve como abrigo.

Sofá para cachorros

  • Divulgação
O abrigo dos cachorros fica estrategicamente localizado sob o braço do sofá

Confeccionado de madeira e tecido resistente às investidas dos animais, a peça permite uma maior interação entre os habitantes. “A casa tornou-se o ambiente mais importante da relação entre humanos e bichos. O sofá funciona como uma ferramenta de comunicação, de compartilhamento de sentimentos”, explica Mun em seu site.

Esta não é a primeira vez que o designer elabora produtos direcionados ao mundo pet. O Cat Tunnel, sofá com túneis acoplados para gatos é outra de suas invenções.

Tamanho do comedouro pode interferir na nutrição dos animais


Você sabia que até o tamanho do comedouro pode interferir na nutrição dos animais? Pesquisa de estudiosos americanos apontou recentemente que, quanto maior o recipiente, mais os donos tendem a errar na medida, prejudicando a dieta do bicho.

Um comedouro muito grande, desproporcional ao tamanho do animal, pode elevar em até 27% a ingestão diária de calorias.

 

 

Sentimento de identificação entre cães e humanos

Os cães talvez tenham maior empatia com os humanos do que qualquer outro animal, incluindo o próprio ser humano. Confortar pessoas angustiadas,por exemplo, pode estar mesmo implementado no cérebro canino.

Um estudo realizado recentemente por Deborah Custance e Jennifer Mayer foi publicado no Animal Cognition, o estudo concluiu que os cães podem realmente ser os melhores amigos do homem, sobretudo se a pessoa estiver angustiada, e esta não precisa ser necessariamente conhecida do cão.

Custance e a colega Jennifer Mayer, ambas do departamento de psicologia da University of London Goldsmiths College, para verificar a experiência expuseram 18 cães a 4 encontros separados de 20 segundos cada com humanos, entre os quais se encontravam tanto os donos como estranhos.

Em uma etapa da experiência, as pessoas emitiram sons para simular aflição e fizeram de conta que estavam  chorando. A experiência permitiu  observar que a  maioria dos cães tentou confortar a pessoa, independentemente de ser o própriodono ou um estranho. Os cães atuaram de forma submissa, aninhando-se e lambendo as pessoas. As investigadoras afirmam que este comportamento é consistente com empatia, preocupação e tentativa de dar conforto.

Deborah  disse à Discovery News “Nós domesticamos os cães por um longo período de tempo e fizemos uma criação seletiva para eles se comportarem como nossos companheiros. Assim, os cães que responderam de forma sensível ás nossas pistas emocionais tiveram maiores chances de serem os escolhidos como animais de estimação e de criação”.

Sobre o que ocorre dentro da cabeça de um cão, outro estudo recente, publicado naPLoS ONE, demonstrou que o cérebro dos cães reage assim que eles observam pessoas. Neste caso, os investigadores treinaram os cães para responder a sinais gestuais que indicavam se iriam receber comida ou não. O núcleo caudado do cérebro dos cães, uma área associada à recompensa nos humanos, mostrou ativação quando os cães sabiam que iam receber comida.

“Estes resultados indicam que os cães prestam muita atenção aos gestos humanos” disse o líder da investigação Gregory Berns, diretor do Emory Center for Neuropolicy.

Apesar de este último estudo ter tido como amostra de recompensa a comida, Custance e Mayer analisam que os cães, ao longo de milhares de anos de domesticação, foram tantas vezes recompensados pela sua aproximação a pessoas angustiadas que isso pode ter ficado implementado nos seus cérebros.

Fonte: Mundo dos Animais

Adaptação: Revista Veterinária

 

 

Byron, este belo cão golden labrador, faz coisas de que até Deus duvida:

Por Rita de Sousa

 

 

Arruma a cama, pega leite na geladeira, saca dinheiro no caixa eletrônico e até faz compras para sua dona.

Ele é oriundo do projeto inglês Canine Partners, que treina cães para serem parceiros de vida de pessoas portadoras de paralisia.

Não se trata nem de longe de escravizar animais, mas de aproveitar seu maravilhoso potencial e esperteza e tornar o que já é, desde sempre, o melhor amigo do homem, em um parceiro de vida que auxilia pessoas incapacitadas a readquirirem parte de sua liberdade.

Tal como cães-guia, que são os olhos de portadores de deficiências visuais, cães como Byron são pernas, braços e um ombro amigo. Recebem em troca carinho, conforto, alimentação sadia, cuidados veterinários e tudo mais que os cães pet costumam ter — com a diferença de que trabalha, com longos intervalos para descanso e lazer.

Segundo o jornal britânico Daily Mail, Byron responde a nada menos do que 100 comandos.

Kate Cruz, portadora da síndrome de Ehlers Danlos, uma condição rara na qual os ligamentos, ossos e pele ficam tão fracos que para ela até abrir uma porta é impossível, não saía há ano e meio de sua casa em Hincley, Leicestershire, na Inglaterra, até receber Byron, então com 2 anos de idade.

Kate, 49 anos, hoje declara que não poderia imaginar sua vida sem o cão – e para ela, a palavra amigo recebeu outro significado:

– Ele me deu minha vida de volta. Posso viver de forma independente, sem precisar tanto do meu marido ou outras pessoas para fazerem tudo por mim, porque Byron está sempre lá. 

Treinamento

Depois de meses de treinamento intensivo com voluntários adotivos de filhotes, os cães jovens são cuidadosamente combinados com novos companheiros, e o treino continua em suas novas casas.

Com a alegria própria dos cães de estimação, Byron está preparado para ajudar Kate no que ela precisar

Com a alegria própria dos cães de estimação, Byron está preparado para ajudar Kate no que ela precisar (Foto: Caters / News Agency)

A Canine Partners vem atuando para ajudar pessoas afetadas por doenças debilitantes, incluindo ex-soldados que foram feridos em ação. Os cães são treinados para atender as necessidades individuais e específica de cada candidato.

O parceiro de vida canino traz aos seus companheiros necessitados benefícios práticos, psicológicos e sociais, proporcionando independência e confiança, motivação e autoestima, além de companheirismo, sensação de segurança e aumento da interação social.

Dia a dia de Byron e Kate

Byron ajuda Kate a partir do momento em que ela se levanta: ele a ajuda em sua cadeira de rodas, todas as manhãs, agindo como um suporte para ela se mover da cama à cadeira.

Nenhuma tarefa é grande ou pequena para esse supercão. Na preparação do café da manhã, Byron corre para abrir a geladeira e pegar o leite. Retira as tigela no armário e, depois da refeição, coloca-as na lavadora de louças.

Byron e Kate, parceiros na vida (Foto: Caters / News Agency)

Byron e Kate, parceiros na vida (Foto: Caters / News Agency)

Ele acompanha Kate ao supermercado, conseguindo, nas prateleiras mais baixas, recolher itens da lista de compras. Sempre que precisa, abre a porta para fazer suas necessidades fora de casa.

Se Kate sofrer uma queda, Byron está preparado para  buscar o telefone, um travesseiro e um cobertor, mas tem bastante tempo para ser simplesmente um cão: uma das coisas de que ele mais gosta é correr pelo parque e ficar coberto de lama.

 

 

 

 

Cão percorre 5 km para ver dono internado em hospital nos EUA

 

 

 

Zander, um cão da raça husky siberiano, causou uma grande surpresa nesta semana em Nova York ao percorrer 5 quilômetros entre a sua casa e um hospital somente para fazer uma ‘visita’ ao seu dono, que se encontrava internado.

Ninguém sabe dizer exatamente como o Zander, que tem 7 anos, descobriu onde o seu dono, John Dolan, estava, segundo a imprensa local. O trajeto até o hospital, Zander teve de atravessar várias ruas movimentadas em Long Island, Nova York.
Fonte: noticias populares

Saiba como proteger seu pet
filhote das doencinhas infantis

 

Todos os pets, em qualquer fase da vida, merecem ser bem cuidados. Mas especialmente os primeiros meses de vida, todo cuidado investido na saúde de seu novo amiguinho certamente irá refletir ao longo de toda sua existência.

Mas você sabe quais são esses cuidados?

Assim como os bebês humanos, nos primeiros meses de vida os filhotes podem ser acometidos principalmente por viroses e parasitoses. E algumas dessas viroses  são fatais, como a cinomose, a parvovirose e a coronavirose. Isso sem falar nas verminoses intestinais e na sarna.

O médico veterinário Roberto Sidnei fala mais sobre os cuidados básicos que todo filhote deve receber.

— É importante começar o esquema de vermifugação aos 30  dias de vida e fazer uma administração de 10 em 10 dias  do vermífugo até completar 4 doses e repetir o protocolo de 6 em 6 meses. O esquema básico de vacinação começa aos 45 dias, com a vacina polivalente, e o intervalo entre as doses é de 21 a 30 dias, sendo 3 doses na maioria das raças (york, rotweiller por exemplo recomendamos 4 doses); e após 4 meses, vacina antirábica. Depois a vacinação passa a ser anual (polivalente e raiva).

Não menos importante é a prevenção da traqueobronquite infecciosa canina (também conhecida como tosse dos canis). São duas doses iniciais de vacina com intervalo de 21 dias, depois o intervalo é anual.

Segundo o veterinário, outro cuidado essencial com os pets novinhos é a prevenção de doenças de pele:

— A sarna demodécica, como é de fundo genético, para prevenir devemos manter a imunidade boa do filhote, com boa alimentação e cuidados com a saúde. Já a sarna sarcóptica é transmissível entre os cães, então a prevenção é importante nesses casos, tratando separadamente (isolado dos outros) os animais que apresentarem este tipo de doença.

 

 

 

 

Hiperatividade é um desequilíbrio emocional que pode atingir os cães

hiperatividade atinge não somente os seres humanos, mas também os animais. A hiperatividade é um distúrbio de comportamento (um desequilíbrio emocional) que deve ser tratado de maneira ampla, pois ele gera muitos desgastes ao animal e ao ambiente em que vive. Os cães hiperativos são normalmente cães com problemas de comportamento e não com problemas fisiológicos.

A sua causa pode ser genética ou se desenvolver a partir do ambiente e da criação que o animal recebe. Algumas raças estão predispostas a terem hiperatividade, como, por exemplo, após uma série de pesquisas foi constatado que o mais excitado é o Fox Terrier e o menos é o Rotweiller, mas não é uma regra e qualquer cão, de qualquer raça, pode ter um sistema nervoso sensível, e dependendo da vida que leva, pode ter dificuldade para controlar seus impulsos e sua ansiedade. Os sintomas mais comuns de animais com hiperatividade é a dificuldade em relaxar, dificuldade de concentração, o animal se torna destruidor e extremamente agitado. Na maioria dos casos os animais apresentam uma grande tendência a se tornarem dominantes, pois, com a dificuldade de concentração é mais difícil deles obedecerem aos comandos. Um fator que contribui para hiperatividade é o confinamento e reserva de energia, pois o animal não consegue consumir a energia necessária de acordo com a sua natureza. Mudar alguns hábitos podem ajudar os cães  que demonstram com agitação e inquietação: Procure levar seu cão para fazer exercícios através de caminhadas e brincadeiras, esses passeios deverão ocorrer de uma forma tranquila, onde o animal deverá sempre andar atrás ou ao lado do dono.  Você deverá mostrar ao animal que você é quem manda por isso deve-se estipular horários para alimentação, nesse caso a ração nunca deverá ser deixada à vontade.  Esse animalzinho necessita de limites e de uma dominância bem ativa e firme, as punições não deverão ser físicas, muito pelo contrário o animal deverá respeitar o dono pelo que ele é não por temê-lo. O proprietário deverá agir de modo firme com voz ativa, olhar nos olhos colocar o dedo indicador no focinho, segurar no dorso para que seu animal veja que você está infeliz com a atitude dele e que é você que manda.

Além dos passeios para consumir energia é imprescindível que esse animal tenha coisas que o façam se distrair como brinquedos, ossos, ou até mesmo outros animais.

 

 

 

 

 

Reprodução em cadelas: O uso da inseminação artificial

A técnica de inseminação artificial em cães é bem antiga, sendo que a primeira foi realizada no final do século XVIII por Spallazani.

A inseminação artificial é uma biotécnica utilizada na Medicina Veterinária para reproduzir cães por motivos variados. A inseminação artificial (IA) consiste em, após a obtenção do sêmen, depositá-lo no trato genital da fêmea a ser inseminada.

O uso da iseminação é recomendado nos seguintes casos: diferença de tamanho entre os cães, opção de manejo do canil, não aceitação por parte de um dos animais, utilização de sêmem resfriado ou congelado. Sendo de principal relevância este último, que possibilita a manutenção da capacidade fecundante em animais de alto interesse zootécnico por um espaço indeterminado de tempo, além de resguardar tais ani­mais do estresse causado pelo seu transporte para fins de acasalamento.

Qualquer raça pode ser inseminada, mas nas raças Bulldogue inglês , Bulldogue francês e Pugs a dificuldade de acasalar é maior e a inseminação se torna uma opção melhor e mais frequente.

O uso da  técnica  para inseminação artificial requer a presença de um veterinário especializado nesta área. A inseminação não é dolorosa para o animal, no caso da fêmea, a pipeta introduzida na vagina é fina e flexível, não causando nenhum desconforto ou dor, nem mesmo traumatismo. E no caso do macho, a técnica de coleta manual não produz nenhum tipo de problema.

A biotécnica consiste na deposição do sêmen do macho no trato reprodutor da fêmea durante a fase do ciclo estral denominada “estro”. A problemática da obtenção de sucesso através da I A na espécie canina está diretamente ligada às dificul­dades concernentes à determinação do momento ideal para inseminação nessa espécie de fisiologia repro­dutiva particular. A escolha do melhor dia para a inseminação depende de um acompanhamento da fase do ciclo estral, que pode ser realizado atraves do monitoramento das células vaginais ou dosagens hormonais.

Com a inseminação a chance de prenhez é de 80%, em média. O número de filhotes é proporcional ao de uma monta natural. A gestação da cadela inseminada artificialmente tem a mesma duração de uma gestação obtida mediante a monta natural, ou seja, aproximadamente 2 meses.

O método de coleta de sêmen mais utilizado para o cão é a massagem digital, por ser um método relativamente simples de ser aplicado na clínica veterinária ou nos atendimentos veterinários em criatórios particulares.

Se para a inseminação for utilizado sêmem fresco o cão e a cadela devem ser levados no mesmo dia a clínica, se for utilizado sêmem resfriado, ele ficará refrigerado e poderá ser utilizado em até 48 horas. Já o sêmem congelado é armazenado em botijôes de nitrogênio líquido e pode ser usado por um longo período após a coleta.

 

 

 

 

 

É errado colocar água com açúcar para os Beija-flores?

Segundo uma matéria divulgada pela Folha Online:
“Água para beija-flor pode ser adocicada e enriquecida, dizem especialistas
Não há problema em diluir açúcar ou mel em água e oferecê-la para beija-flores, diz Elizabeth Höfling, professora de zoologia da USP.A única precaução é limpar diariamente o recipiente com sabão e água em abundância.A limpeza deve ser feita com uma escova exclusiva para esfregar as flores de plástico onde o pássaro insere seu bico e evitar fungos, diz Höfling.

Concentrados de vitaminas e minerais, encontrados em pet shops, podem ser adicionados à mistura, diz Sylvia Matsuda, professora de biologia que estudou o cérebro do beija-flor em seu doutorado, na USP. O adoçante à base de estévia, que tem origem vegetal, também pode ser usado, afirma José Nilton da Silva, ornitólogo do museu de biologia Professor Mello Leitão, em Santa Teresa (ES).”

 

 

 

 

 

Produtos genéricos para dogs

Nova lei autoriza a produção de medicamentos genéricos para animais Quando o cachorro adoece, a preocupação vem em dobro: a primeira, com o bem-estar do pet e, a segunda, com os custos quase sempre altos e não previstos com consulta veterinária e medicação.

Nesse sentido, uma boa notícia: uma nova lei, sancionada pela Presidente Dilma e que deve entrar em vigor nos próximos meses, autoriza a produção de medicamentos genéricos para animais. Na verdade, não só medicamentos: o projeto abrange remédios, vacinas e produtos de beleza.

O senador Benedito Lira (PP-AL) foi o autor do projeto (12.689) e a resolução foi publicada no Diário Oficial da União no último dia 20 de julho. A iniciativa servirá não só para animais domésticos, mas também para criadores, fazendeiros e pecuaristas de grande porte.

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento será responsável por regular a produção e o emprego desses medicamentos, para que tenham a mesma qualidade, eficácia e segurança dos produtos convencionais, mas com um preço mais em conta. A expectativa é que o valor seja de 10 a 80% menor.

 

 

Cachorro faz bem ao ambiente de trabalho

Existem estudos que relacionam a presença de um dog ao bem-estar de pacientes em hospitais e idosos em casas de repouso, mas, até pouco tempo, nenhum que estudasse a relação do dog com o ambiente de trabalho. A Virgina Commonwealth University’s School of Business se encarregou disso e descobriu que, como suspeitávamos, a presença de um pet no ambiente de trabalho só tem resultados positivos.

O estudo analisou o comportamento de três grupos – os que levaram o cachorro para o trabalho, os que tem cachorro em casa e os que não interagiram, seja em casa ou no trabalho, com nenhum pet. O resultado é que, aqueles que tinham a presença do pet por perto, eram mais dispostos e menos estressados. Seja promovendo um Pet Day (dia em que é permitido levar seu bicho de estimação ao trabalho) ou com a presença de um Office Dog (um dog que faça parte da equipe fixa do local de trabalho), ter um pet por perto é terapêutico. Eles funcionam como uma barreira contra o estresse, são canais efetivos de descompressão e estimulam a convivência entre os colegas de trabalho. Algumas empresas que adotaram essa prática dizem que até pessoas mais reservadas acabam se soltando mais e que a presença do cachorro abre espaço para que as pessoas compartilhem mais suas vidas pessoais. Para quem já tem um melhor amigo, o resultado não é tão surpreendente.

É que a convivência com os animais aumenta a produção do hormônio ocitocina, conhecido como o “hormônio do bem-estar”. É esse hormônio, por exemplo, o responsável pela sensação gostosa de abraçar alguém que se quer bem. A iniciativa é de baixo custo, mas exige que o local tenha um espaço para que o pet se alimente e faça suas necessidades. Outra preocupação é de que o dog esteja com a vacinação em dia e tenha uma boa convivência com desconhecidos. A prática ainda não é muito comum no Brasil, mas o Google e a Amazon são algumas das empresas dog friendly.

Convenhamos, alguém seria contra?

Afinal, o que é pedigree?

Saiba se o seu dog é de Pedigree ou se ele pode ter um.

O que é pedigree? Pedigree é o registro genealógico de um cãozinho de raça pura, ou seja, de linhagem sem misturas com outras raças. Esse certificado só é dado para filhotes cujos pais, tenham RG e sejam do mesmo canil em que nasceram. O criador preenche um mapa, como se fosse uma arvore genealógica e comprova a pureza da sua raça. O mapa deve ter informações como raça, criador, canil, nome dos pais, data de nascimento, nome dos filhotes e o nome do canil é sempre o sobrenome do seu dog.Interessante, não é?

E como saber se o seu filhote é de pedrigree? Leve-o até uma Exposição de Beleza de Cães de Raça Pura e peça que três juízes especializados examinem o cão, usando como base os padrões internacionais da CBKC (Confederação Brasileira de Cinofilia). A CBKC é a única entidade reconhecida fora do Brasil, por isso se quiser ter o pedigree de verdade do seu dog, registre sempre em Kennel Clubes afiliados a ela.

O certificado de pedigree não é só um atestado de pureza, mas também um registro da origem do seu dog, se ele tem histórico de campeões na família, doenças e desde 2004, serve também para localizá-los, já que todo cão com o certificado é obrigado a implantar o microchip de identificação. Se você quer começar uma ninhada de cães com pedrigree, precisa seguir algumas regras básicas:

– os pais tem que ter pedigree

– o dono da fêmea deve abrir um canil na CBKC e se tornar sócio da entidade

– preencher os 3 documentos exigidos pela CBKC e entregar no Kennel Clube, após o acasalamento. Lembre-se: os documentos devem ser entregues em até 90 dias após o nascimento da ninhada, assim o pedigree dos seus filhotes chegam em até 90 dias!

 

A presença de animais domésticos nos lares traz benefícios emocionais e físicos.

 

 

A cada dia se torna mais comum à presença de animais domésticos nos lares. Esses animais tornam-se excelentes companheiros e trazem inegáveis benefícios emocionais e físicos aos seus donos. As crianças na presença destes animais desenvolvem a afetividade, a amorosidade, o senso de responsabilidade e o aprendizado em relação aos seus próprios limites. As pessoas que são sozinhas, se optarem pela criação de um animal doméstico, preenchem seu vazio existencial, tornando-se mais motivadas à vida com o afeto irrestrito e a atenção que o companheiro exige.

 

 

 

O significado do ronronar dos gatos

O ronronar dos gatos desperta a curiosidade de muitas pessoas, desde tutores até mesmo daqueles que não têm o animal. Um questionamento comum é se o ronronar pode ser sinal de algum problema na saúde do felino.

Bianca Ricci Borba, médica veterinária responsável pelo serviço de medicina felina em um Hospital Veterinário, explica que a ação está diretamente ligada à laringe dos felinos que é estimulada pelo sistema nervoso central e, por isso, não há motivos para preocupação. “O ruído acontece quando o animal respira”. A veterinária desmente o fato de que o ruído provocado pelo ronronar pode ser a manifestação de algum tipo de doença como a asma ou bronquite.
Segundo a veterinária, o ronronar também pode ser uma forma que eles possuem de expressar o que estão sentindo. “O felino pode vir a ronronar quando quer demonstrar suas mais variadas sensações; desde prazer e satisfação, até fome ou dor”. Ainda de acordo com a veterinária a emissão do som também serve para estreitar as relações familiares dos bichinhos, que procuram acalmar e fazer com que seus filhotes durmam. “É um processo normal do corpo dos felinos. Assim como o miado, o ronronar é uma forma que eles usam para mostrar como estão se sentido naquele momento ou chamar a atenção”.

 

Cuidado com as orelhas do pet

Estima-se que 20% dos cães tenham dor de ouvido pelo menos uma vez na vida.

Renata Cabrini 03/09/2012

Se você flagrar o seu dog coçando a orelha, não necessariamente quer dizer que ele está com a pulga atrás da orelha, como diz o ditado. Pode ser que ele esteja com o ouvido inflamado e isso é mais comum do que se imagina. Estima-se que 20% dos cães tenham dor de ouvido pelo menos uma vez na vida e a propensão é maior nas raças de orelhas grandes e caídas, como é o caso do Cocker Spaniel.

Na linguagem dos veterinários, essa dor tem outro nome: otite. Ela pode ser causada por bactérias, parasitas, vermes ou pela presença de corpos estranhos e pode agravar se não tratada corretamente.
Assim como os humanos, os dogs produzem cera, mas se a cera estiver muito escura, com cheiro forte, secreção, aparência avermelhada ou se eles coçarem muito a região, é sinal de alerta.O veterinário é quem vai poder analisar e indicar o melhor tratamento. Em geral, a limpeza com alguma loção específica costuma ser suficiente. Em casos mais sérios, pode ser necessária uma medicação extra. 
O ouvido do cachorro é dividido em três partes interligadas – ouvido externo, médio e interno – e é uma região muito sensível. Não é à toa que, na hora do banho, muitos pet shops protejam o local com algodão, para não entrar água.
Para evitar que a dor de ouvido do dog se transforme em uma dor de cabeça para o dono, a recomendação é simples: limpeza regular. Algodão costuma ser suficiente, mas vale a pena verificar com o veterinário algum outro produto para acompanhar. A frequência varia conforme o dog – podendo ser semanal e até mensal. Para acostumar o dog a esse hábito, é legal sempre oferecer uma recompensa quando ele permitir.
A gente sabe que o cachorro ouve diferente do humano, mas isso não quer dizer que os cuidados com as orelhas dele devem ser menores, não é mesmo?

Cão cego que nada e recolhe objetos na água ganha prêmio

Foi premiado na Grã-Bretanha por suas habilidades de nadar e buscar objetos embaixo d’água. Detalhe: o cão é cego e, mesmo assim, demonstra agilidade e atrai atenção por sua destreza.

 

Jack, que está sendo chamado de “Michael Phelps de quatro patas”, tem dez anos e ganhou o prêmio Pet Champion na categoria esportes aquáticos, deixando para trás centenas de outros cachorros de todo o país.

Margaret Simpson, dona do cão, disse que as 200 libras (cerca de R$ 650) recebidas serão usadas para suas despesas com veterinário, além de uma nova coleira e brinquedos.

O labrador ficou cego há três anos, mas isso não o impediu de aprender novas habilidades. “Quando nós o trouxemos para casa ele estava perdendo a visão”, conta Margaret. Ela diz que a família, natural de Coventry, logo se deu conta do talento de Jack e passou a estimulá-lo jogando objetos para que ele buscasse dentro d’água.

“Ele começou a entrar em lagos e canais usando somente seu faro, colocando sua cabeça embaixo d¿água e trazendo grandes pedras de volta. Aí, passamos a atirar um brinquedo de borracha, que era melhor para seus dentes, e ele simplesmente mergulhava. Foi assim que percebemos como ele era talentoso”.

Jack passou a sofrer de atrofia retinal progressiva, uma doença genética comum, quando tinha seis anos, e, em menos de um ano, já estava cego.

La Pet Cuisine

Comida Gourmet congelada para cãesRenata Cabrini03/09/2012

O cardápio para os dogs está cada vez mais variado e, boa notícia, requintado. Aproveitando seus dotes profissionais e a tendência de oferecer cada vez mais comidas naturais aos pets, duas irmãs, uma veterinária e uma chef de cozinha, criaram o La Pet Cuisine.

O menu é convidativo: caçarola de carnes e grãos, risoto vegetariano, franguinho da fazenda e cordeiro com grão de bico. Os pratos são indicados para todos os cães adultos e podem, sim, substituir a ração.
Todos eles foram formulados seguindo as recomendações nutricionais da Association of American Feed Control Officials (2004) e da European Pet Food Industry Federation (2008) e conciliam um paladar agradável com os nutrientes necessários para uma alimentação saudável.

 

As refeições custam a partir de R$ 14,90 e podem ser compradas pela internet ou em alguns pet shops. O prazo de validade dos produtos, a quantidade média a ser consumida (em gramas/dias) e dicas de como incluí-las no dia-a-dia do cão também estão disponíveis por lá.

 

Não se trata apenas de conciliar sabor e saúde, mas de oferecer uma experiência gastronômica. Ótima pedida, não? Que tal proporcionar uma degustação para o seu melhor amigo?